Sociedade

Relatório aponta agregados familiares com acesso a água potável

dd

Relatório Social de Angola Lançado pela UCAN

Foto: Lino Guimarães (Angop)

Relatório Social de Angola Lançado pela UCAN

Foto: Lino Guimarães (Angop)

Em Angola 55 porcento dos agregados familiares têm acesso à água potável, uma taxa bastante baixa, refere o Relatório Social de Angola 2016 lançado hoje, terça-feira, em Luanda.

De acordo com o documento, elaborado por pesquisadores da Universidade Católica de Angola  (UCAN), desta cifra 67 porcento são agregados localizados em zonas urbanas e 32 porcento em zonas rurais.

O documento refere que de 2015 a 2016, mais de 9% dos agregados familiares ganharam acesso a fontes melhoradas de água, 10 porcento destes nas zonas urbanas e rurais, respectivamente.

O relatório adianta que este resultado é bastante questionável, considerando o contexto  de crise económica que o país tem estado a viver em função do qual os programas relacionadas com a água  terem  sofrido  reiterados  e sistemáticos cortes  orçamentais no mesmo intervalo  temporal, em oposição  ao crescimento demográfico da população que passou de 25.789.024 em 2014 para 27.509.526 em 2016.

Apesar das  potencialidades de Angola em  recursos  hídricos, no plano prático o Executivo angolano ainda não conseguiu converte-las  em direitos concretos  da maioria da sua população no acesso a água  em quantidade  e qualidade desejável .

O documento realça que o Executivo propõe-se reverter o quadro, tendo estabelecido a meta de 80 porcento para os agregados familiares das zonas rurais e a de 100 porcento para os das zonas urbanas.

No âmbito do Programa  Água para Todos, têm sido montados pontos de água e pequenos sistemas desse líquido precioso em todo o país para dar resposta ao défice de abastecimento no meio rural.
agua
De acordo com o Censo de 2014, os agregados  familiares que adquirem água  da rede pública, chafariz público, furo com bomba, cacimba ou nascente  protegida consomen água  de fontes apropriadas.

Os dados referem que apenas 11% dos agregados  familiares  dispõem de água canalizada no domicilio, enquanto 6% dependem da torneira do prédio ou do vizinho, ligada à rede  pública e 2% dos agregados adquirem  água  do chafariz público.

Contudo  uma percentagem significativa dos agregados familiares do país ainda consome água proveniente de fontes  inapropriadas  com destaque para os camiões cisternas  ( 10%), cacimbas desprotegidas (17%) e charcos,  rios  ou riachos (15%), ao contrário de uma percentagem abaixo de 50% que consome água vinda de fontes apropriadas , entre estes 12, 3% dos  furos com bomba e 14,4% de nascentes protegidas.   

O relatório, de 303 páginas, está dividido em oito capítulos e que aborda assuntos da participação política dos cidadãos, perfil sanitário angolano, avaliação dos comportamento dos  principais indicadores educacionais, a problemática de água e saneamento básico no país.

Acções levadas a cabo pelo extinto Ministério da Assistência e Reinserção Social, no âmbito da política nacional de assistência social, os tipos de recursos naturais, a problemática dos sectores  da sociedade civil e das mudanças  que estão a produzir em Angola e uma monografia sobre a pobreza no município de Kalandula em Malange, são outras questões abordadas no relatório.

Fonte: Angop/AF

PUBLICIDADE
voltar ao topo

o tempo

Hoje

27°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

26°C

Amanhã

Depois

Hoje

26°C

Amanhã

Depois

Hoje

23°C

Amanhã

Depois

Hoje

28°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

25°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

29°C

Amanhã

Depois

Hoje

25°C

Amanhã

Depois

Hoje

30°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

28°C

Amanhã

Depois

Hoje

22°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

28°C

Amanhã

Depois

Hoje

28°C

Amanhã

Depois

Hoje

25°C

Amanhã

Depois

Hoje

24°C

Amanhã

Depois

Hoje

23°C

Amanhã

Depois