Sociedade

Património histórico e cultural na mira do encontro internacional da AULP

dd

UNIVERSIDADE MANDUME YA NDEMOFAYO

Foto: Morais Silva

UNIVERSIDADE MANDUME YA NDEMOFAYO

Foto: Morais Silva

O vigésimo oitavo encontro internacional da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) a decorrer de quarta à sexta-feira, no Lubango, província da Huíla, vai abordar matérias ligadas ao património histórico, científico, linguístico, cultural e artístico dos países lusófonos.

O evento científico e cultural é uma organização da Universidade Mandume Ya Ndemufayo (UMN), na qualidade de presidente da AULP, anunciou nesta segunda-feira, no Lubango, o director do gabinete de informação científica e documentação daquela academia, David Anjos Kahunda.

Segundo a fonte, estão confirmadas as participações do Brasil, Portugal, Moçambique, Timor Leste, Cabo-Verde, São Tome e Angola, como anfitriã.

Sob o lema “património histórico do espaço lusófono, ciência, arte e cultura”, no evento serão apresentados temas como a Universidade de Coimbra e a biodiversidade na CPLP, a UNESCO e a biodiversidade e conservação para o desenvolvimento sustentável, projecto de adaptação às mudanças climáticas no Parque Nacional do Iona (Namibe).

O poder político e a esfera económica na gestão do parque Nacional de Mágoè como Património Natural e Científico da Província de Tete, em Moçambique, as políticas públicas e o património linguístico nos PALOP, o Ensino do Direito num Mundo Globalizado – As Escolas Globais de Direito e o Património Histórico e Cultural de cada País, serão outros assuntos a serem abordados no evento.

O académico considerou que com a realização deste evento, a UMN ganha uma visibilidade notável, visto que uma das linhas de acção da instituição académica é garantir a excelência e o reconhecimento internacional.

Garantiu este factor vai permitir que os académicos da UMN, consigam expor os seus trabalhos de investigação científica.

A UMN é uma universidade que surgiu em 2009, abrangendo inicialmente às províncias da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando Cubango, mas em 2014, por decreto presidencial nº188, passou a congregar apenas a Huíla e Namibe, enquanto o Cuando Cubango e Cunene formam a VIII Região Académica.

Fonte: Angop/AF

PUBLICIDADE
voltar ao topo

o tempo