Sociedade

Ministério do Ambiente focado na materialização do inventário biológico

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MINISTRA DO AMBIENTE, PAULA FRANCISCO

Foto: Clemente dos Santos (Angop)

MINISTRA DO AMBIENTE, PAULA FRANCISCO

Foto: Clemente dos Santos (Angop)

O desenvolvimento de projectos orientados para o reforço da salvaguarda da vida selvagem, por intermédio da materialização do inventário biológico nacional, centralizam as atenções do Ministério do Ambiente, no âmbito do seu plano operativo de preservação da biodiversidade.

A revelação foi feita quarta-feira, nesta cidade, pela titular da pasta, Paula Francisco, no final de uma jornada de trabalho de algumas horas a província, que juntamente com uma delegação norte-americana, visou identificar as áreas de conservação no Parque Nacional de Cangandala, para possíveis investimentos nas áreas científicas, de conservação e sustentabilidade, através de parcerias público-privadas.

Garantiu que o ministério dispõe já de um plano operativo mais incisivo em termos de educação e sensibilização da Legislação Ambiental, por entender ser imprescindível trabalhar com as comunidades locais na preservação do património natural.

Por outro lado, Paula Francisco reconheceu ser exíguo os 16 fiscais que trabalham no Parque Nacional de Cangandala, por isso em 2019, será promovida a formação de mais fiscais de guarda e de controlo da Palanca Negra Gigante, com vista a uma gestão mais eficiente e eficaz das infra-estruturas e das espécies animais.

Disse que a formação terá lugar no Instituto Politécnico 31 de Janeiro, em Luanda e nela serão inseridos ex-militares, tendo sublinhado a colaboração entre o Ministério do Ambiente e a PGR (Procuradoria-geral da República), que tem por base a responsabilização criminal de quem ponham em risco a vida selvagem, através da realização de julgamentos sumários.

Não obstante, acrescentou, continuarão a ser levadas a cabo campanhas de sensibilização dos cidadãos sobre as leis ambientais, porquanto muitas pessoas ainda desconhecem a proibição da venda de animais selvagens nas estradas, entre outras práticas que atentam contra a fauna.

Nesta conformidade, o sector conta também com unidades de crimes e de debate temático, centradas na salvaguarda e resgate de determinadas espécies animais.

A ministra regressou no fim do dia à Luanda.

Fonte: ANGOP/BA

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