Sociedade

Duzentos enfermeiros das FAA reforçam hospitais de Luanda

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Duzentos enfermeiros militares das Forças Armadas Angolanas (FAA) vão ser distribuídos, nesta quarta-feira, nas unidades hospitalares da província de Luanda, para reforçarem os serviços de saúde nos respectivos hospitais, soube hoje a Angop.

A medida, que surge na sequência da greve decretada segunda-feira última pelo Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda (SINTENFL), visa preencher as lacunas deixadas pelos enfermeiros que paralisaram os serviços de saúde, por falta de consenso entre os técnicos do sector e a entidade patronal.

Dos 200 enfermeiros das FAA, que vão reforçar as unidades hospitalares de Luanda, 55 militares vão ser distribuídos no município do Cazenga, acto que será presenciado pelo governador provincial de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho, visando incentivar os efectivos das Forças Armadas Angolanas.

Segundo uma fonte do governo provincial, a greve abrangeu alguns centros e postos de saúde, e para colmatar a lacuna deixada pelos grevistas, numa primeira fase, serão distribuídos 200 enfermeiros militares e na fase seguinte serão incrementados mais 300 efectivos das FAA e outros da Polícia Nacional.

A fonte afirmou ainda que nesta quarta-feira as duas partes estarão novamente reunidas, para a busca um consenso, pois os vários encontros já realizados não lograram êxitos.

Apesar da greve dos profissionais de saúde, os enfermeiros dos hospitais Ngangula, Geral de Luanda, Capalanga, Cajueiros, Neves Bendinha e o da Maianga continuam a trabalhar normalmente, segundo apurou a Angop.

De acordo com Lídia Dembe, directora do Hospital Especializado Neves Bendinha, a instituição que dirige continua a trabalhar normalmente, quer no atendimento de doentes com várias patologias como os pacientes com queimadura, sendo a única unidade que atende casos do género.

Acrescentou que numa altura em que o país debate-se com inúmeros casos de malária e outras doenças parasitárias não "estamos em condições de aderir à greve, pois o nosso dever é prestar atendimento médico e medicamentoso aos doentes que acorrem aos nossos serviços", afirmou.

A greve do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda centra-se, essencialmente, em três pontos: alteração constante das reivindicações do SINTENFL, intransigência do sindicato e o não acatamento dos resultados produzidos pelo grupo de trabalho que preparou a proposta de revisão das carreiras especiais dos profissionais da saúde, respectivamente.

O pagamento de subsídios por prescrição médica aos doentes, tarefa da responsabilidade de médicos ou enfermeiros especializados, entre outras também constam das reivindicações do SINTENFL.

Fonte: Angop/LD

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