Sociedade

Comissão de luta contra cólera traça estratégias no Lobito

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 A Comissão de luta contra a cólera no municipio do Lobito, província de Benguela, traçou, quarta-feira, estratégias que visam a implementação de medidas de controlo e prevenção da epidemia, com vista a proteger às populações dos seus efeitos nefastos.

 Segundo o administrador municipal do Lobito e coordenador da comissão, Alberto Ngongo, que orientou o encontro, as tarefas específicas visam a vigilância epidemiológica e laboratorial, em particular a busca de casos activos, o tratamento e o abastecimento de água potável, a monitorização da qualidade de água de consumo humano e saneamento do meio.

Avançou que constam ainda das prioridades, o tratamento de casos suspeitos e confirmados de cólera, informação, educação e mobilização dos indivíduos, famílias e das comunidades para a sua participação nas medidas de prevenção, formação do pessoal,  organização dos serviços clínicos e criar provisionamento de meios médicos.

“A partir de hoje, a comissão vai começar a actuar no terreno para de forma mais dinâmica realizar trabalhos de mobilização a nível das igrejas, bairros, comunidades e locais de grande concentração  populacional, facto pela qual é multissectorial e integra todos sectores da sociedade civil, nomeadamente, directores municipais das áreas específicas e autoridades tradicionais”, frisou.

Alberto Ngongo deu a conhecer que a comissão vai também integrar autoridades religiosas, sobas e séculos e será alargada aos administradores de zonas e comunais, para que em conjunto se faça o cerco e combate a cólera. “Embora não se tenha registado nenhum caso no município, as pessoas não devem acomodar-se nesse sentido”, assegurou.

Por sua vez, o director municipal da Energia e Águas, Antero Moisés, disse que o programa “Água para Todos” foi implementado com vista a que toda população inclusive as das zonas mais recônditas do município tenham acesso a água potável, de modo a evitar doenças, situação que está a preocupar as autoridades do sector por se verificar ainda algum déficit do precioso líquido na zona alta da cidade e em algumas localidades do interior.

Referiu que esforços estão a ser envidados para que se melhore o abastecimento de água em quantidade e qualidade, quer no casco urbano, como nas diversas comunas do interior do município do Lobito.

TPA com Angop/EG

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