Política

Reforçados laços de irmandade

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Ministro da Defesa Nacional, João Lourenço

Foto: ANGOP

Ministro da Defesa Nacional, João Lourenço

Foto: ANGOP

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, enviou uma mensagem escrita ao seu homólogo de Moçambique, Filipe Nyusi.

A mensagem de José Eduardo dos Santos foi entregue ontem, em Maputo, pelo ministro angolano da Defesa Nacional, João Lourenço, durante uma audiência com o Chefe de Estado moçambicano.
O ministro da Defesa Nacional aproveitou igualmente o encontro para transmitir ao Presidente moçambicano uma mensagem de solidariedade às milhares de vítimas das inundações provocadas pelas chuvas que assolaram, em Janeiro último, regiões daquele país, entre as quais Inhambane, onde milhares de pessoas perderam as suas casas.
Em Maputo, João Lourenço manteve igualmente um encontro com o secretário-geral do partido no poder, a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique), Eliseu Machava.
João Lourenço esteve em Maputo, depois de participar, em Mbambane (Reino da Suazilândia), na cimeira dos Chefes de Estado e de Governo ou seus representantes da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) em que representou o Presidente José Eduardo dos Santos.
À margem da cimeira, o ministro João Lourenço, que esteve antes em Espanha em visita de trabalho, teve encontros com os Presidentes da África do Sul, Jacob Zuma, da Namíbia, Hale Geingob, do Zimbabwe, Robert Mugabe, e de Madagáscar, Hery Rajaonarimampianina. O ministro João Lourenço, que chefiou a delegação angolana, fez um balanço positivo da Cimeira. Em breves declarações à imprensa, falou da missão a Maputo e dos desafios da SADC, que entre outros aspectos, teve a agenda voltada para a resolução do impasse político na RDC e do Reino do Lesotho e a reavaliação do roteiro sobre a industrialização dos países da região.  Os Chefes de Estado e de Governo da organização receberam o relatório do grupo de trabalho ministerial sobre integração económica regional e aprovou o plano de acção orçamentado para a estratégia e o roteiro de industrialização SADC 2015-2063.

Reconhecimento a Angola

A dimensão do processo de transição presidencial em curso em Angola, marcado pelo anúncio da retirada do Presidente José Eduardo dos Santos da cena política activa mereceu a atenção dos Chefes de Estado e de Governo da SADC. O reconhecimento foi expresso no comunicado final da Cimeira Extraordinária da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral que decorreu em Mbambane, Reino da Suazilândia. No comunicado, os líderes da região elogiaram o Presidente José Eduardo dos Santos pela contribuição na promoção da agenda política e económica da SADC e no desenvolvimento social e económico de Angola e da região.
“A cimeira notou que o Presidente José Eduardo dos Santos está a retirar-se da presidência e o partido no poder nomeou João Lourenço, actual ministro da Defesa da República de Angola, como candidato presidencial nas eleições gerais de Agosto deste ano”, refere o comunicado final.

Integração regional

Os líderes aprovaram ainda as resoluções do roteiro ministerial estratégico sobre a integração regional, realizada nos dias 12 e 14 de Março de 2017 sob o tema: “SADC que queremos”. Sobre a situação política na RDC, os líderes da região elogiaram os esforços de mediação e instaram as partes interessadas a finalizarem os acordos específicos para a aplicação do acordo político de 31 de Dezembro de 2016, em particular, a nomeação do presidente do Comité Nacional de Monitorização.
A Cimeira, no entanto, encorajou a oposição a enviar rapidamente o nome dos candidatos para o cargo de primeiro-ministro. Os líderes convidaram a comunidade internacional a apoiar a RDC no processo eleitoral e esperam que as eleições sejam pacíficas e bem-sucedidas. A Cimeira instou todas as partes a trabalharem no programa de desarmamento, desmobilização, repatriação e reintegração e solicitou atenção à situação dos refugiados.
Sobre o impasse político no Lesotho, os líderes da SADC pedem maior abertura e a busca de diálogo e soluções pacíficas para se alcançar a estabilidade e segurança.
Na abertura dos trabalhos, na sexta-feira, o Rei Mswati III falou dos desafios da organização quanto à urgência de aceleração do processo de industrialização e desenvolvimento económico na região, indicando a participação do sector privado como crucial para a sua concretização de modo acelerado.
Ao falar do projecto da Universidade da SADC, Mswati III considerou-o um pilar para transformação. Os Chefes de Estado analisaram os termos do Plano de Acção para a Implementação da Estratégia e Roteiro de Industrialização da SADC 2015-2063. O que se pretende é criar um ambiente necessário para o crescimento económico, riqueza e oportunidades de emprego, bem como a melhoria do nível de vida nos países-membros da região.
“A nossa tarefa, enquanto Chefes de Estado e de Governo, é assegurar que, à medida que saímos desta reunião, o plano de acção seja capaz de liderar o processo no ritmo da trajectória traçada em Abril de 2015, quando foi aprovada a estratégia e o roteiro da SADC”, disse o Rei Mswati III.

Fonte: JÁ/BA

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