Política

Presidente da República quer acabar com importação de alimentos

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA, JOÃO LOURENÇO, DE REGRESSO À LUANDA (Arq.)

Foto: Francisco Miúdo/Angop

PRESIDENTE DA REPÚBLICA, JOÃO LOURENÇO, DE REGRESSO À LUANDA (Arq.)

Foto: Francisco Miúdo/Angop

O Presidente da República, João Lourenço, regressou já a Luanda, depois de cumprir uma visita de trabalho de algumas horas na província do Huambo, onde orientou a cerimónia de abertura da campanha agrícola 2017/18, realizada no município do Cachiungo.

O Chefe de Estado reafirmou no município do Cachiungo, o empenho do Governo para incrementar a produção agrícola e acabar com a importação de alimentos.

Discursando na abertura da campanha agrícola 2017/2018, o Presidente apelou aos intervenientes do sector agrícola para a criação de estratégia e políticas que estimulem a produção em grande escala, para a segurança alimentar.

Realçou que é necessário trabalhar mais e melhor, para tirar maior rendimento do que se produz no país, de modo que haja excedente para a exportação, pois o campo é a garantia da alimentação dos angolanos.

João Lourenço reafirmou o empenho do Governo para incrementar a produção agrícola e acabar com a importação de alimentos.

“Vamos fazer tudo que está ao nosso alcance para não importar alimentos, porque temos capacidade de produzir comida, temos de ser nós a produzir a comida que precisamos, bem como exportar e angariar divisas com o excedente”, asseverou João Lourenço, perante milhares de populares.

Na sua alocução, alertou que é chegada a hora de semear para depois colher, arregaçar as mangas para tirar maior proveito daquilo que a terra pode dar.

Reconheceu que o povo angolano já produz bastante bens alimentares, sendo crucial o seu incremento para que haja excedente. “Queremos atingir a saturação”.

Encorajou aqueles que no meio de dificuldades, escassez de sementes, adubo e de instrumentos de trabalho não cruzaram os braços e continuam a produzir alimentos.

O estadista lembrou, por outro lado, que a diversificação económica que se persegue deve ver o sector agrícola como o primeiro sinal, para a sua efectivação.

Realçou que só haverá sucesso se, para além de desenvolver outros ramos da economia, os angolanos forem capazes de promover o crescimento daquilo que é fundamental na diversificação, a agropecuária.

Nesta perspectiva, defendeu, de modo particular, o aumento da produção de cereais como milho, soja, feijão, entre outros, para alavancar também a pecuária, por intermédio da auto-suficiência alimentar para o gado.

João Lourenço chamou a atenção para se alterar o conceito, segundo o qual apenas algumas províncias do país são potencialmente agrícolas, pois as 18 são vocacionadas para agricultura.

“Com os investimentos que se impõem, todas as regiões do país podem ser potências agrícolas”, frisou.

Dados do Ministério da Agricultura e Florestas referem que o país tem uma disponibilidade de 35 milhões de hectares de terras aráveis.

Angola tem uma rede hidrográfica constituída por 47 bacias e com um potencial hídrico estimado em 140 mil milhões de metros cúbicos.

TPA com Angopº/ AF

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