Política

Presidente da República augura futuro melhor para os angolanos

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PR João Lourenço já está na Huíla

Foto: Francisco Miúdo

PR João Lourenço já está na Huíla

Foto: Francisco Miúdo

A construção de um futuro melhor para os angolanos, a diversificação da economia nacional e o desenvolvimento duma presidência aberta que torne mais próxima a relação entre governantes e governados, constituíram as notas dominantes do discurso proferido pelo Presidente da República, João Lourenço, no acto central do 42º aniversário da proclamação da Independência Nacional.


De acordo com o Chefe de Estado angolano, que discursava no município da Matala, província da Huíla, esta proximidade permite auscultar no terreno, de maneira mais profunda, as necessidades e aspirações das populações.

Aferiu que a divisa do seu mandato a frente dos destinos da Nação angolana é rever e solucionar alguns problemas antes mal resolvidos, para construção de um futuro melhor para os angolanos.

Na sua intervenção, de cerca de 15 minutos, o Presidente da República disse ser necessário “neutralizar ou reduzir a influência nefasta dos que apenas se preocupam servir a si mesmo, descurando a necessidade da defesa do bem comum”.

Com as mexidas efectuadas na banca e nas empresas públicas do sector produtivo, disse o Presidente, pretende-se ter o maior domínio de alguns instrumentos de governação que podem ser decisivos para o desenvolvimento da economia nacional.

Segundo João Lourenço, após a conquista da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975 falta, agora, a conquista da independência económica, para quem sem esta se concretizar a independência política que hoje se celebra ainda não está completa.

Recordou, por outro lado, a figura e obra do primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto, que proclamou, perante a África e o mundo, a Independência Nacional, após cinco séculos de exploração colonial.

oão Lourenço, que falava no acto central do 42º aniversário da Independência Nacional, no município huilano da Matatala, afirmou que juntos os angolanos construirão um futuro melhor.

Para que tal aconteça disse que, na condição de Presidente da República, conta com o apoio de todos, sem exclusão nem distinção de origem, género, etnia, credo religioso ou filiação partidária.

 “O país é de todos e temos de ser nós, a esforçamo-nos para servi-lo”. Cada um na sua área de actuação deve empenhar-se para desenvolver as “potencialidades económicas de Angola e garantir o progresso social e bem-estar para o povo angolano”.

Afirmou que as metas trançadas durante a campanha eleitoral, anunciadas durante a investidura como Presidente da República e na mensagem sobre o estado da nação, são para ser encaradas com seriedade e responsabilidade.

Reconheceu que existem inúmeros obstáculos no caminho que “pretendemos percorrer, mas temos de reagir e mobilizar todas as energias para que esse cumprimento se efective nos prazos definidos”.

Para o Chefe de Estado, o país não pode continuar a esperar por dias melhores, sem se empenhar nas acções que conduzam a este resultado.

Referiu que depois da conquista da independência política e da salvaguarda da integridade territorial, da unidade nacional, democracia, paz e da reconciliação nacional, falta a conquista da independência económica.

João Lourenço argumentou que sem a concretização da independência económica, a independência política que hoje se celebra, ainda não estará completa.

“O colonialismo português humilhou os angolanos, delapidou as riquezas do país e, portanto, tinha de cair”, afirmou.

Numa data como esta, precisou que recorda-se a figura e obra de Agostinho Neto, fundador da Nação, que em 11 de Novembro de 1975 proclamou, perante a África e ao mundo, a independência de Angola.

Realçou que o 42º aniversário da Independência Nacional decorre num clima de paz e harmonia, passados pouco mais de dois meses das eleições gerais.

TPA com Angop/EG

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