Política

Ministro quer sector de recursos minerais e petróleos mais eficiente

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Diamantino Azevedo, ministro dos Recursos Minerais e Petróleos

Foto: Em reprodução

Diamantino Azevedo, ministro dos Recursos Minerais e Petróleos

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O ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, anunciou hoje que será criado, nos próximos dias, um novo estatuto orgânico para fusão dos ministérios da Geologia e Minas e o dos Petróleos, para torná-lo mais eficiente.

Os dois ministérios foram fundidos à luz do novo Executivo, liderado pelo Presidente da República, João Lourenço, que foi investido no cargo no dia 26 de Setembro último, resultante das eleições de 23 de Agosto último.

Ao falar à imprensa, na cerimónia de passagem de pastas, feita com o ministro cessante, Francisco Queiroz, Diamantino Azevedo afirmou que o novo desafio constitui uma tarefa exigente, porque irá aglutinar gabinetes e reduzir direcções, assim como gabinetes, para tornar o ministério mais produtivo.

Justificou que a fusão não significa que muitos terão de deixar as funções que ocupam, por serem preponderantes para o alavancar deste ministério e deseja a estes que continuem a desempenhar o papel que sempre prestaram.

Referiu que o sector geológico mineiro e petrolífero desempenha um papel fundamental na economia nacional, por isso o desafio é elevado, para fazer cumprir o programa de governação do MPLA, apresentado nas eleições de Agosto de 2017, onde estão definidos os objectivos e as metas a alcançar.

Para o efeito, o também engenheiro de minas disse que nos próximos dias será preparado um programa de acção, daí esperar a colaboração dos organismos tutelares, bem como das empresas públicas e privadas do sector dos recursos minerais e dos petróleos.

Na ocasião, o ministro cessante, Francisco Queiroz, congratulou-se com a nomeação do o actual titular da pasta dos recursos minerais e agradeceu o seu contributo prestado neste sector, na altura como presidente do conselho de administração da Ferrangol, na partilha de valores para criação de um ambiente que permite a atracção de investimento privado.

Francisco Queiroz informou que fruto do trabalho realizado pela Ferrangol, foram colmatadas irregularidades na definição de áreas de concessão mineira, combate ao garimpo, bem como garantir a participação dos cidadãos angolanos na actividade mineira.

Referiu que o sector dos recursos minerais e dos petróleos tem uma importância estratégica no processo de crescimento da economia e de desenvolvimento de Angola e nesta conformidade, deseja a esta equipa que tenham êxitos nas suas funções.

Diamantino Pedro Azevedo, nomeado pela primeira vez ao cargo de ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, nasceu a 12 de Julho de 1963, em Porto Amboim, província do Cuanza Sul.
É Doutor em Engenharia de Minas pela Universidade Técnica de Berlim.

Foi assessor do ministro da Geologia e Minas, em 1997 e foi vice-presidente do conselho administrativo do Fundo de Desenvolvimento Mineiro, em 1998;

Foi director do Gabinete de Intercâmbio de 2000 a 2002 e director-geral do Centro de Desenvolvimento dos Recursos Minerais da África Oriental e Austral - SIAMIC de 2002 a 2006.
Até a sua nomeação, exercia o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Ferrangol.

Fonte: Angop / EB


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