Política

Memoriais em Cassinga e Tchetequela contam com financiamento do governo

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SALVIANO CERQUEIRA, MINISTRO DA DEFESA NACIONAL

Foto: Clemente dos Santos(Angop)

SALVIANO CERQUEIRA, MINISTRO DA DEFESA NACIONAL

Foto: Clemente dos Santos(Angop)

Mais de três milhões de dólares norte-americanos serão empregues pelo Governo angolano, nos próximos 12 meses, na construção de dois memoriais, sendo um em Cassinga na Huíla e outro em Tchetequela, no Cunene.

Os memoriais visam homenagear os refugiados namibianos e cidadãos angolanos mortos nesses locais pelo exército regular do antigo regime de segregação racial da África do Sul, no ano de 1978.

Os acordos de consignação e financiamento foram assinados, domingo, na localidade de Cassinga, comuna de Tchamutete, município da Jamba, a 315 quilómetros do Lubango, entre os governos de Angola e da Namíbia.

As obras dos memoriais serão executadas por uma empresa namibiana, cujo nome não foi ainda divulgado.

Em declarações à imprensa, após a assinatura, o ministro da Defesa, Salviano Sequeira, afirmou que os acordos e os financiamentos assumidos são indicadores do empenho dos líderes dos dois países, perante a vontade dos povos.

Destacou que as circunstâncias políticas, as características dos povos, as influências históricas e as heranças para as gerações presentes e vindouras, fazem parte da existência dos dois povos como nações irmãs.

Por sua vez o ministro da Protecção e Segurança da Namíbia, Charles Namolo, disse que o povo namibiano vai continuar a render homenagem aos irmãos angolanos que com a vida se bateram para a independência do país vizinho a 21 de Março de 1991.

Apelou aos dois povos a continuarem juntos para a reconstrução dos respectivos países.

Afirmou que ao assinalar o 40º ano do massacre de Cassinga presta-se, igualmente, uma homenagem aos angolanos e cubanos que morreram nos dois locais.

Os refugiados provenientes de 14  províncias namibianas chegaram a localidade de Cassinga, em Março de 1976, em consequência do conflito armado que assolava a Namíbia, tendo a cabeça as forças militares sul-africanas.

Abrigados em território angolano, os refugiados foram perseguidos e assassinados a 4 de Maio de 1978,  cujos resultados apontam  para   mais de 600 pessoas, entre  civis  e  militares, tendo sido enterrados em duas valas-comum.

TPA com Angop/AF

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