Política

Chefe de Estado tswanês chega a Luanda

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Presidente do Botsuana, Mokgweetsi Masisi (À ESQ.)

Foto: Francisco Miúdo (Angop)

Presidente do Botsuana, Mokgweetsi Masisi (À ESQ.)

Foto: Francisco Miúdo (Angop)

O Presidente da República do Botswana, Mokgweetsi Masisi, chegou, na tarde desta terça-feira, a Luanda para uma visita oficial de 48 horas a Angola, no quadro de consultas bilaterais com o seu homólogo João Lourenço.

No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o Chefe de Estado do Botswana recebeu cumprimentos de boas-vindas do ministro da Defesa de Angola, Salviano Sequeira, do governador de Luanda, Luther Rescova, e do secretário de Estado das Relações Exteriores, Téte António.

De acordo com o programa da visita, na quarta-feira (dia 14), Mokgweetsi Masisi será recebido em audiência, no Palácio Presidencial da Cidade Alta, pelo Presidente João Lourenço, estando o regresso a Gaberone previsto para o final da tarde desse mesmo dia.

Nesta visita, o presidente Mokgweetsi Masisi faz-se acompanhar dos ministros da Defesa, dos Negócios Estrangeiros e do Ambiente, entre outros altos funcionários do Governo do Botswana.

Angola e Botswana mantêm relações diplomáticas desde 1975, tendo assinado, em Fevereiro de 2006, um Acordo Geral de Cooperação.

Ambos países são membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que procura consolidar as bases para formar uma zona de comércio livre.

Além destes dois Estados, integram a SADC a África do Sul, Comores, Namíbia, Tanzânia, República Democrática do Congo, Ilhas Maurícias, Ilhas Seychelles, Malawi, eSwatini, Leshoto, Madagáscar, Moçambique, Zâmbia e Zimbabwe.

Angola e Botswana estão também envolvidos no projecto turístico transfronteiriço Okavango/Zambeze, partilhado ainda pela Namíbia, Zimbabwe e Zâmbia, num total de 278 mil quilómetros quadrados de perímetro para a prática comum do ecoturismo.

Esse projecto regional destina-se também a preservação e gestão partilhada dos recursos naturais, sendo que Angola possui a segunda maior parcela do projecto, com 87 mil quilómetros quadrados, atrás da Zâmbia, que disponibilizou 97 mil quilómetros quadrados.

Fonte: Angop/AF

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