Política

CASA-CE apresenta programa em Julho

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A coligação eleitoral CASA-CE vai apresentar, no mês de Julho, o seu programa de governo para o período 2017/2022, anunciou na segunda-feira, em Benguela, o secretário executivo nacional, Leonel José Gomes.

Numa conferência de imprensa, no final da visita de trabalho à província de Benguela, o secretário executivo adiantou que o programa de governo da coligação será apresentado entre 15 e 20 de Julho, numa cerimónia orientada pelo presidente da coligação, Abel Chivukuvuku.
O político acentuou que este programa dará suporte à campanha eleitoral da CASA-CE para as eleições gerais de 23. Sem avançar mais pormenores sobre o teor do mesmo programa, Leonel José Gomes afirmou que a proposta visa, fundamentalmente, realizar Angola e os angolanos na sua múltipla dimensão. O político sublinhou que a CASA-CE augura por eleições livres, justas e transparentes.

Propaganda da CASA-CE retida


O Governo de Cabinda desmentiu segunda-feira rumores postos a circular nas redes sociais, segundo os quais a governadora Aldina Catembo teria ordenado  a detenção, na província do Baixo Congo, território da RDC, dos militantes e meios de propaganda afectos à Coligação Ampla de Salvação de Angola-Coligação Eleitoral (CASA-CE), que viajavam por via terrestre de Luanda para Cabinda.
O material de propaganda era destinado à actividade política que o presidente da Coligação, Abel Chivukuvuku, desenvolveu no final da semana passada na província mais ao norte do país.
A nota do governo provincial distribuída à imprensa refere que tais informações não correspondem à verdade, porquanto, a RDC é um país livre, independente, soberano e com normal funcionamento das suas instituições.
O documento sublinha ainda que a região do Baixo Congo tem o seu governo, orientado por um governador coadjuvado pelo colégio ministerial, do qual a governadora da província de Cabinda não faz parte.
Por essa razão, acrescenta a nota, ordens e cumprimentos das normas pelas autoridades congolesas não podem, nem devem ser ditadas pela governadora de Cabinda.
O Governo da província de Cabinda não recebeu qualquer solicitação da CASA-CE para intervir junto das autoridades migratórias do Baixo Congo sobre a situação acima exposta, refere o comunicado do Governo de Cabinda, que garante que não teve qualquer envolvimento na atitude das autoridades do Congo Democrático que culminou na detenção, quer de alguns militantes da CASA-CE, quer dos respectivos meios de propaganda.

Fonte: JA com Angop/LD

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