Política

Audição de Norberto Garcia acontece esta quinta-feira

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RÉU NORBERTO GARCIA - ANTIGO DIRECTOR DA UNIDADE TÉCNICA PARA INVESTIMENTO PRIVADO (UTIP)

Foto: (arquivo)

RÉU NORBERTO GARCIA - ANTIGO DIRECTOR DA UNIDADE TÉCNICA PARA INVESTIMENTO PRIVADO (UTIP)

Foto: (arquivo)

Ao contrário do que se previa para esta (quarta-feira), o interrogatório do réu Norberto Garcia foi adiado para quinta-feira (7), último dia da semana da audição no caso “Burla Tailandesa”, devido ao alongamento do tempo das discussões e audição desta quarta-feira.

Norberto Garcia, antigo director da extinta Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP), será o sétimo réu a ser ouvido durante na 10ª sessão de julgamento da Burla Tailandesa que decorre na 1ª Câmara Criminal do Tribunal Supremo.

O interrogatório de Norberto Garcia é aguardado com muita expectativa, por ser o gestor que certificava e autorizava, a data dos factos, os investimentos privados em Angola.

Norberto Garcia, tal como aos outros nove réus, é acusado pelo Ministério Público de prática de crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.

As primeiras horas desta quarta-feira ficaram marcadas com sala cheia, entre familiares, amigos, curiosos e jornalistas, ávidos de ouvir Norberto Garcia, quando faltam três réus para serem interrogados.

As pessoas que ocorreram ao tribunal supremo hoje abandonaram a sala tão logo o júri anunciou a leitura das actas das declarações da ré Celeste de Brito produzidas nos dias 30 de Janeiro a 5 de Fevereiro, que levou cinco horas e meia.

A leitura impunha-se para que fosse traduzida em inglês para os réus tailandeses ouvirem e depois decidirem se mantinham ou não o seu advogado, Carlos Salumbongo, que estava a ser acusado de conflitos de interesses pelo seu colega Sérgio Raimundo.  

Carlos Salumbongo é mandatário dos réus tailandeses Raveeroj Ritchoteanan, Manin Wanitchanon e Theera Buapeng e a angolana Celeste de Brito, cujas suas declarações têm sido marcadas por divergências.

TPA com Angop/AF

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