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Razões operacionais forçam restrição na venda de bilhetes da TAAG

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José Kuvínga, Presidente do Conselho de Administração da TAAG (Arq.)

Foto: K. Manuel /Jornal de Angola

José Kuvínga, Presidente do Conselho de Administração da TAAG (Arq.)

Foto: K. Manuel /Jornal de Angola

A restrição da venda dos bilhetes da TAAG, exclusivamente às lojas sedeadas nos países em que está representada, permite arrecadar verbas para cobrir pagamentos de encargos pontuais e custos operacionais, justificou o Presidente do Conselho de Administração da companhia, José Kuvíngua.

Em declarações à imprensa, à margem da Conferência Internacional sobre Aviação Civil que encerrou na tarde desta quinta-feira, no Hotel Epic Sana, o responsável adiantou que, estando registada e estabelecida no exterior, esta operadora tem encargos e custos operacionais que devem ser pagos em moeda local.

“Se todas as pessoas que tiverem que viajar para Angola, estando em Portugal, comprarem os bilhetes cá, em kwanzas, o dinheiro ficará por aqui e não teremos para cobrir as nossas obrigações nos países em que estamos sedeados”, argumentou.

O PCA da companhia angolana de bandeira, reagia deste modo às incessantes reclamações de cidadãos angolanos residentes no país e no estrangeiro, face ao normativo sobre esta matéria divulgado no final de 2016.

Para José Kuvíngua, esta foi a medida encontrada para se manter a TAAG operacional no exterior, e, ainda assim, os valores arrecadados têm sido insuficientes para suprir todas as despesas das representações internacionais, sobretudo de Portugal.

“Este mesmo normativo estabelece algumas excepções, e a administração da TAAG autoriza, solidariamente, a emissão de bilhetes quando envolve estudantes, doentes, falecidos, entre outros casos complexos e/ou sensíveis, desde que devidamente justificados”, apontou.

Por outro lado, informou que a companhia continua engajada na reestruturação estabelecida no âmbito do programa de refundação do Executivo para o efeito, o que tem resultado em melhorias significativas.

Entre os ganhos deste engajamento, citou a redução dos atrasos dos voos, a equação do número de trabalhadores com relação ao equipamento e a organização da própria estrutura orgânica, tendo em conta o excesso de funcionários que pesam na gestão da empresa.

Co-promovida pela Associação Internacional de Transportes Aéreos e pela TAAG, a Conferência Internacional sobre a Aviação Civil foi aberta quarta-feira, no novo Aeroporto Internacional de Luanda, pelo ministro Augusto da Silva Tomás.

O encontro juntou, durante dois dias, altos funcionários do Ministério dos Transportes, da TAAG, da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA), do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAVIC), bem como representantes da IATA e da Boeing.

Fonte: Angop/AF

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