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País prepara estrutura nacional de biossegurança

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O país está a peprarar a estrutura nacional de biossegurança, para a implementação do Protocolo de Cartagena, no âmbito da conservação da biodiversidade, anunciou hoje, terça-feira, em Luanda, o director Nacional da Biodiversidade, Nascimento António.

O protocolo de Cartagena é o primeiro acordo internacional implementado para orientar o uso seguro, manuseio e movimentação transfronteiriça de organismos vivos modificados, decorrentes de biotecnologias moderna, que podem ter efeitos adversos na biodiversidade e na saúde humana.

O protocolo visa estabelecer directrizes para regulamentar e controlar o movimento transfronteiriço de organismos vivos modificados, de modo a contribuir para assegurar um nível de protecção adequado em relação a transferência, manipulação e uso dos organismos vivos geneticamente modificados.

Nascimento António, que falava na abertura do workshop sobre biossegurança, ressaltou que a preparação dessa estrutura é recomendada pelo Protocolo de Cartagena, para capacitar e possibilitar a constatação dos organismos geneticamente modificados que entram no país.    

Esses organismos não trazem muitas vantagens em relação a biodiversidade e os países andam divididos a este cenário, pelo facto de advogarem que os organismos aumentam a capacidade de produção de algumas estruturas.

Como conservadores, defendem a conservação da biodiversidade pelo facto destes organismos, quando incluídos no meio natural, podem afectar a diversidade e misturar geneticamente as variedades do país.

O país ainda não possui uma estrutura nacional de biossegurança e que, com a realização do workshop, vão adquirir experiência de outros países para a elaboração da estrutura.  

O evento é o primeiro passo para a aquisição de experiência de defesa e de como lidar com os organismos geneticamente modificados, pois, na ânsia de maior produtividade, esses organismos podem ser captados em lagoas do país e lidar com espécies nativas.

Informou que a psicultura é um factor de risco, porque muitas dessas espécies vem do estrangeiro e por ânsia de maior produtividade podem ser organismos modificados.

O workshop visa identificar  instituições públicas ou privadas que lidam diariamente com organismos geneticamente ou tecnologicamente modificados a conservação da biodiversidade.

A biossegurança é o conjunto de acções voltadas para a prevenção, protecção do trabalhador ou paciente, minimização de riscos inerentes às actividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e operacional e amplia-se para a protecção ambiental e a qualidade.

TPA com Angop/AF

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