Nacional

Greve dos enfermeiros já vai no segundo dia- GPL acusa sindicato de intransigência

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Foto: DW / P. Borralha Ndomba

Foto: DW / P. Borralha Ndomba

O Governo Provincial de Luanda (GPL) acusa o Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda (SINTENFL) de "intransigência" nas negociações entre as duas entidades para procurar uma solução que permitisse não avançar para a greve decretada e iniciada na segunda-feira, anunciou em comunicado, enviado as redacções.

Em entrevista ao Telejornal da TPA1, o vice-governador de Luanda, Júlio Bessa, informou  que o sindicato procedeu a "alterações constantes" das suas reivindicações durante as negociações, dificultando assim a chegada a bom porto.

Uma das principais razões para o insucesso das negociações foi, segundo o GPL, "a intransigência do Sindicato" em não aceitar o princípio das promoções serem "condicionadas à existência prévia de Fundo Salarial para a realização de Concursos Públicos Internos de Acesso".

O outro ponto destacado pelo GPL, enquanto entidade patronal, é "o não acatamento dos resultados produzidos pelo grupo de trabalhos que preparou a proposta de revisão das carreiras especiais dos profissionais da saúde", que tinha sido criado pelo despacho da ministra da Saúde, em 2017, sendo que esta equipa integra 2 membros do SINTENFL, declarou o governante.

O GPL garante à população que "tudo fará para garantir os serviços mínimos em todas as unidades hospitalares" da província de Luanda, sublinhando que foi pedido aos responsáveis destas unidades hospitalares para fazerem "cumprir escrupulosa e rigorosamente com o regime disciplinar da Função Pública" à luz da legislação em vigor. Por outro lado, Júlio Bessa assegurou que  o GPL está a encetar contactos com os ministérios do interior e das forças armadas e ONG"s "no sentido da mobilização dos profissionais da saúde adstritos a essas instituições no sentido de acudirem, ali onde for necessário, para manter o normal funcionamento dos hospitais públicos".

Entretanto, o Novo Jornal Online avança que os responsáveis sindicais já tinham admitido que as negociações tinham corrido mal porque o encontro derradeiro, que deveria garantir condições para a greve não avançar, não convenceu os trabalhadores, especialmente na questão do pagamento de retroactivos e as promoções profissionais.

Aquela edição online  adianta que a greve, face a este resultado das conversações, deverá manter-se por tempo indeterminado e até que as partes consigam algum tipo de entendimento.

Entretanto o GPL manifesta-se aberto ao diálogo com vista a ultrapassar esta situação.

TPA / EB

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