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Estudo regista 111 ravinas no país

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Alastramento de ravinas

Foto: ANGOP

Alastramento de ravinas

Foto: ANGOP

Cerca de 111 ravinas foram registadas e caracterizadas no país, com vista a uma inventariação actualizada do fenómeno, pela empresa angolana de consultoria e engenharia angolana Sintec.

A informação foi revelada hoje (sexta-feira) pelo engenheiro António Madaleno, durante a sua apresentação do estudo "O estado das Ravinas em Angola", na 4ª edição do GIG - Encontro, actividade promovida pelo Gabinete de Informação e Geográfica (GIG) do Ministério das Obras Públicas.

"É importante recolher as características das ravinas, através de dados de campo e de informação de base cartográfica, para compreender melhor o processo de erosão e analisarmos a taxa de perda de solo, que vai servir para avaliar a classificação do estado de degradação do solo", referiu.

O engenheiro disse terem sido catalogadas por províncias Uíge (32 ravinas), Huambo (12), Bié (13), Lunda Sul (11), Lunda Norte (12), Zaire (9) Malange (6), Cunene (6), Benguela e Huíla (cada 5), referindo a necessidade de uma inventariação mais participativa pelos órgãos provinciais.

O engenheiro defendeu a necessidade de sensibilização das comunidades, com vista a incentivar a catalogação de ravinas, junto das administrações municipais e comunais de formas a obtenção de dados mais precisos e actuais.

Asseverou que a enumeração das ravinas por parte dos órgãos de base, permitirão a prevenção célere deste fenómeno, que muitas vezes servem de depósito de lixo para as populações, prejudicando o seu tratamento.

A fonte declarou que existem soluções com metodologias de protecção com leitos, taludes além revestimento da vegetação, dentre outras técnicas, para acudir este problema.

A construção de rodovias, ampliação das cidades e bairros, praticando o desmatamento e o mau uso da prática inadequada da agricultura e pecuária, danificando outros recursos naturais constituem um dos desafios para a situação.

A causas antrópicas (homem), realça a fonte, como retirar a cobertura vegetal de um solo, permitindo que este perca a sua consistência, pois a água, antes absorvida pelas raízes das árvores e plantas, passa a se infiltrar no solo causando infiltração e a instabilidade do solo.

António Madaleno destacou ainda a erosão fluvial que acontece por causa da corrente dos rios, que ficam constantemente arrastando a terra pelo seu leito e suas margens, como um dos indicadores que acarreta o desmoronamento das suas margens e seu alargamento, diminuindo a velocidade do rio e sua profundidade.

A actividade, denominada GIG Encontros, é um espaço de divulgação de técnicas e tecnologias utilizadas pelos empreiteiros e fiscais durante a execução de obras públicas e construção civil, organizado pelo Laboratório de Engenharia de Angola.

Fonte: ANGOP/BA

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