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Barragem de Luachimo beneficia de quatro turbinas de energia

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Quatro turbinas de energia de 9 megawatts cada vão ser instaladas no próximo ano na barragem de Luachimo, na província da Lunda-Norte, por um grupo empresarial austríaco, no quadro de uma parceria com o governo angolano.

A informação foi avançada esta quarta-feira, em Viena, pelo director para África desse grupo empresarial austríaco , Peter Magauer, no final de um encontro com o vice-presidente da República, Bornito de Sousa, que decorreu à margem do Fórum África Europa.

O responsável desse grupo empresarial austríaco, que já investiu mais de 300 milhões de euros em projectos energéticos no país, fez saber que serão igualmente instalados no próximo ano as últimas duas turbinas de energia eléctrica de 300 megawatts na barragem de Laúca, na província do Cuanza-Norte.

Na Barragem de Laúca, foram já instaladas pela empresa austríaca Andriz quatro turbinas de energia com 300 megawatts cada.  

Peter Magauer anunciou também que a partir do próximo ano as zonas rurais de Angola vão beneficiar de energia eléctrica, no âmbito de um projecto que está a ser implementado por esse grupo empresarial.

Entretanto, o vice-presidente da Andritz, Alexander Schwab fez saber ainda que o seu grupo empresarial está a negociar com o governo angolano para reabilitar e construir novos projectos energéticos no país e criar mais postos de trabalho, especialmente para a juventude.

Ainda esta quarta-feira, o vice-presidente da República manteve um encontro com uma delegação da VAMED, uma companhia de referência mundial na construção e equipamentos hospitalares.

Thomas Hinterleitner, responsável desse grupo empresarial, manifestou-se disponível para reabilitar e construir projectos hospitalares nas diversas províncias de Angola.

O vice-presidente da República deslocou-se também à sede do programa das Nações Unidas para as cidades inteligentes, em Viena (United Smart Cities).

Dos seus responsáveis, Bornito de Sousa recebeu explicações de como funciona uma cidade inteligente, que mantém uma relação de comunicação com os seus cidadãos.

Em síntese, uma cidade inteligente é aquela que pode informar à população sobre os gastos, por exemplo, da água, como ela está a ser canalizada e consciencializar as pessoas para reduzir os seus custos e combate a criminalidade através de instalação de sensores.   

Numa primeira fase, será criado em Angola um projecto-piloto desse género, que posteriormente será replicado para o resto do país, no âmbito da integração electrónica de serviços que envolvem todos sectores das comunidades.

TPA com Angop / EB

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