Nacional

Aeroportos nacionais recebem certificação

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O Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL) é certificado para receber voos internacionais em Agosto e o da Catumbela também o é durante o ano em curso, anunciou sábado, no Lobito, o presidente do conselho de administração da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (Enana).

Manuel Ceita, que esteve no Lobito a participar no nono conselho consultivo do Ministério dos Transportes, informou que, num processo adoptado pelas autoridades aeronáuticas angolanas e a Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO), oito aeroportos nacionais recebem esse tipo de certificação, entre os quais se contam os da rede principal como o de Cabinda, Soyo, Huambo e mais três.
O presidente do conselho de administração da Enana afirmou que a empresa está a concluir as obras do Aeroporto Joaquim Capango, do Cuito (Bié), e as do Maria Mambo Café, Cabinda, em 2019, caso não haja obstáculos de ordem financeira.
A companhia, prosseguiu, está empenhada em acompanhar o ritmo de desenvolvimento da rede  mundial de aeroportos imposto pela ICAO, com a introdução de regulamentos e normas, além de equipamentos do mais alto padrão.
Isso é suportado pelo Programa de Gestão do Espaço Aéreo Civil (PGEAC), uma iniciativa do Governo que há pouco menos de um mês recebeu impulso com a deslocação do Ministro dos Transportes, Augusto Tomás, ao Canadá, onde estabeleceu acordos que viabilizam a aplicação do projecto.
O presidente do conselho de administração da Unicargas, uma empresa estatal de transporte rodoviário de carga, anunciou um processo de reestruturação interna para alinhar a companhia ao plano nacional de desenvolvimento e melhorar o modelo de gestão.
Celso Rosas adiantou que, com base numa gestão rigorosa dos recursos, a empresa vai reconquistar, no período de 2018 a 2022, o lugar que, ao longo dos anos, ocupou no sector transporte de cargas ao nível do país.
A companhia serve os principais portos e aeroportos do país, assumindo um papel importante nas plataformas logísticas, além de, no domínio político, ter uma enorme vocação para unificar o país, mantendo o espírito de unidade nacional, permitindo que se processe a relação entre o campo e a cidade, disse Celso Rosas.
O presidente do conselho de administração do Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL) reputou como sendo o projecto mais importante da empresa, durante este ano, a construção de uma segunda linha, numa empreitada que decorre a bom ritmo e deve estar concluída no prazo programado.
Júlio Bango disse que, no futuro, a companhia projecta servir, além do percurso entre Luanda, Cuanza-Norte e Malanje, a zona Leste, as províncias da Lunda-Norte, Lunda-Sul, Uíge e Zaire.

Redução dos direitos
O Porto de Luanda está disponível para reduzir taxas sobre as importações de países africanos, no quadro da instituição da Zona de Comércio Livre Continental (ZCLC), revelou o presidente do conselho de administração da empresa.
Bengui António considerou que a localização do porto, num grande centro logístico de Angola, bem com os equipamentos e infra-estruturas disponíveis, podem ter impacto sobre o comércio africano num contexto de redução de facilitação do comércio.
“Nós temos capacidade em termos de equipamentos e infra-estruturas para receber e acomodar toda a carga proveniente do grande sistema logístico recentemente adoptado em Kigali”, uma  referência aos acordos assinados por dezenas de chefes de Estado e de Governo relativos à ZCLC.
O Porto de Luanda está envolvido num programa que permitirá a redução dos custos operacionais e aumento das receitas, por via da renegociação dos contratos de concessão com os demais operadores, para que as cargas passem pelo Porto de Luanda “sem qualquer constrangimento”, assegurou.
O Porto do Soyo, apesar de  vocacionado para a actividade petrolífera, está empenhado em acentuar as operações a um nível que contribua para a redução do custo de vida e para que haja mais emprego, especialmente para os jovens da província do Zaire, disse o presidente do conselho de administração da empresa.
Nazareth Neto referiu que a Empresa Portuária de Cabinda procura renegociar os dois terminais da Base do Cuanda, ligados à logística petrolífera, para melhorar a produtividade e o desempenho da empresa, bem como para criar melhores condições para a movimentação das cargas comerciais.

Fonte: JA/LD

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