Internacional

Sociedade civil com "esperança de paz" após encontro de PR com Dhlakama

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As organizações da sociedade civil moçambicanas consideram que o encontro do passado domingo entre o presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, oposição, Afonso Dhlakama, acende "uma luz de esperança" de paz para os moçambicanos.

"A sociedade civil encara este ato não só como uma das formas mais altas de demonstração de vontade política das duas partes, mas também como uma luz de esperança para as moçambicanas e moçambicanos", diz uma carta assinada por oito fóruns e organizações da sociedade civil moçambicanos e divulgada esta sexta-feira em Maputo.

A sociedade civil moçambicana, prossegue a nota, acredita e está confiante de que o Presidente da República e o líder da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana, principal partido da oposição) continuarão a trilhar o "caminho da esperança, respeito pela vida, prosperidade, crescimento e do desenvolvimento" do país.

Na carta, as oito organizações reiteram a disponibilidade para contribuir para o processo de construção de uma paz efectiva, sustentável e de reconciliação nacional. A carta é subscrita pelo Fórum das Organizações da Sociedade Civil para os Direitos da Criança (ROSC), Fórum Nacional de Rádios Comunitárias (FORCOM), Centro de Capacitação e Aprendizagem da Sociedade Civil (CESC), Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), Coordenação para a Mulher no Desenvolvimento (Fórum Mulher), Associação das Mulheres de Carreira Jurídica (AMMCJ), Fundação MASC e Liga das ONGs de Moçambique (Joint).

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, encontraram-se no domingo na serra da Gorongosa, num frente-a-frente não previamente anunciado, para debater a questão da paz no país, renovando no seio dos moçambicanos a esperança de uma estabilidade duradoira.

Um comunicado distribuído pela Presidência da República no final do encontro dá conta de que os dois líderes se comprometeram a trabalhar no sentido da resolução de todas as questões pendentes nas negociações entre o Governo e a Renamo visando uma paz definitiva.

Apesar de o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) e a Renamo terem assinado em 1992 o Acordo Geral de Paz (AGP) em 1992, o país tem sido assolado por ciclos de violência, devido à recusa do principal partido da oposição de reconhecer a derrota nas eleições.

Fonte:Angop/MP

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