Internacional

Oposição denuncia uma "declaração de guerra" do presidente Gnassingbé

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A oposição togolesa qualificou nesta terça-feira, em Lomé, de "declaração de guerra", os recentes pronunciamentos do presidente Faure Gnassingbé, acusando seus detractores de ser os responsáveis das violentas manifestações desses últimos meses, noticiou a AFP.

Neste contexto, a oposição solicita um "inquérito internacional", sobre os crimes que se produziram no Togo". Os líderes de uma coligação de 14 partidos políticos acusaram o chefe de Estado de ter "declarado a guerra ao povo togolês", com a intenção de "semear à divisão e o ódio, com vista a empurrar o exército contra o povo".

O presidente Gnassingbé tinha afirmado sexta-feira, que a oposição era responsável dos confrontos entre manifestantes e forças da ordem que causaram pelo menos 16 mortos, segundo a contagem da AFP, em dois meses e meio de mobilização popular contra o regime.

"Aqueles que organizam essas manifestações terão a dura responsabilidade das vítimas que os participantes causaram danos dos quais são acusados", declarou durante uma visita ao campo militar. O presidente renovou igualmente a sua "confiança total" ao exército para "responder à todas as ameaças ou acções terroristas que poderão afectar a nossa nação".

Por seu turno, os opositores reclamaram o "apoio" da comunidade internacional, com vista a "criação de uma comissão de inquérito internacional sobre os crimes que se produziram no Togo nos últimos tempos.

A oposição organiza desde Agosto, marchas semanais para solicitar a demissão do presidente Gnassingbé, a frente dos destinos do Togo desde 2005, tendo sucedido ao seu pai, o general Gnassingbé Eyadéma, que dirigiu sem partilha o país durante 38 anos.

Entretanto, novas manifestações estão previstas três vezes por semana. Os emissários do presidente ghanense Nana Akufo-Addo encontraram-se nesta terça-feira, com os líderes da oposição, numa nova tentativa de mediação, indicou Fulbert Attisso, presidente de um dos partidos da oposição togolesa.

Akufo já se tinha deslocado pessoalmente, a 05 de Novembro, a Lomé, para entrevistar-se com o seu homólogo togolês sobre a crise que assola o país.


Fonte: Angop/MP

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