Economia

TAAG recebe primeira aeronave Dash 8-400

dd

Num ambiente festivo, ao som de ritmos e danças típicas da tradição angolana, o Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro recebeu a aeronave do modelo turbo hélice, com capacidade de 74 lugares, dos quais 10 em classe executiva.

O Dash 8-400 chegou ao país já decorado com a nova logo marca da TAAG, lançada sábado último. Antes de aterrar em solo angolano realizou algumas manobras, em voo baixo, sob o olhar atento das entidades, convidados e do colectivo de colaboradores afectos ao Aeroporto internacional de Luanda.

Já em solo angolano, a aeronave baptizada de “Kwanza-A”, recebeu o primeiro "duche", por dois jatos dos serviços de bombeiros, seguindo-se o corte simbólico do bolo do baptismo.

Aeronave Dash 8-400, a mais moderna na sua tipologia é de fácil desdobramento em manobras, com baixos níveis de poluição e de consumo de combustível, tem uma autonomia de voo de cerca de 6 horas, voando até dois mil e quinhentos metros de altitude, podendo atingir os 700 quilómetros por hora de velocidade.

Na cerimonia recepção, Rui Carreira, Presidente do Conselho Executivo (PCE) da TAAG, destacou  que esta aeronave, muito económica e que reduz os custos operacionais em 30 por cento, vai contribuir para o equilíbrio financeiro da empresa.

“Está aeronave vai proporcionar grande flexibilidade comercial, pois é versátil, rápida adaptável a pistas curtas, onde anteriormente não conseguia servir, como é o caso de Malanje, Uíge e Mbanza Congo”, esclareceu.

Segundo Rui Carreira, os seis aviões vão promover uma reviravolta nos modos operandi da TAAG, a começar com o aumento de frequências e, paulatinamente, a retirada dos boings 737, nas rotas domésticas, tudo no quadro da modernização e reestruturação da companhia.

Neste capitulo, o responsável disse que a TAAG busca maior flexibilidade, para atender os mercados nacional e regional e abrir uma base no interior do país.

Questionado sobre os custos das aeronaves, Rui Carreira explicou que estás tiveram um custo global de 140 milhões de dólares, que serão pagos em sete anos, com possibilidade de mais cinco anos.

“O negocio foi feito sobre uma estrutura excelente, pois não vai causar pressão sobre a tesouraria da empresa nem para as responsabilidades do Estado”, esclareceu.

O acto presidido pelo ministro dos Transportes Ricardo D'Abreu, testemunhado pelos titulares das pastas  do Interior, das Relações Exteriores, da Cultura, Turismo e Ambiente, respectivamente Eugénio Laborinho, Téte António, e Adjany Costa, e da Governadora de Luanda, Joana Lina, assim como membros do consulado do Canada em Angola.

TPA com Angop/LD

PUBLICIDADE
voltar ao topo

o tempo