Economia

TAAG passa a ser detida por três accionistas

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A decisão surge da necessidade de adequar o valor nominal do capital social da TAAG, face a actual conjuntura económica e a execução do respectivo plano de reestruturação, bem como a redefinição da estrutura accionista da transportadora aérea nacional.

Por via do Decreto Presidencial foi criado o Comité de Acompanhamento Estratégico e de Investimento, constituído por representante do Ministério dos Transportes, os accionistas e o Conselho de Administração.

A TAAG passa a ser gerida por um Conselho de Administração composto por mínimo de sete e o máximo de 13 membros, sendo um deles o Presidente.  

O decreto faz três alterações de fundo. A primeira, a redução do capital social da empresa, antes fixado em 700 mil milhões de Kwanzas para 127 mil milhões de kwanzas.

A segunda, é na estrutura societária antes repartida de forma igual no Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado-IGAPE e a Empresa Nacional de Navegação Aérea-ENNA, enquanto accionistas do Estado, para dar lugar ao Fundo Social dos Funcionários e Trabalhadores do Sector dos Transportes no quadro da abertura de capital. Assim sendo, a condição de sócio majoritário é do IGAPE, detendo os mesmos 50%, enquanto que a ENNA passa a deter 40% e o Fundo Social dos Funcionários e Trabalhadores do Sector dos Transportes com 10%, o minoritário.

A ultima alteração, é a revogação do decreto 31/97 de 2 de Maio que aprovava o estatuto da empresa Linhas Aéreas de Angola-Empresa Pública - TAAG-EP, que agora passa para sociedade anónima.       

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