Economia

Peixeiras da Mabunda recusam-se exercer actividade no interior do mercado

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As peixeiras do mercado do peixe ?Avó Mabunda? recusam-se exercer a actividade comercial no interior da instituição por alegada existência de concorrência desleal, já que a administração do recinto cedeu espaço aos proprietários de barcos para comercializarem o pescado a grosso fora do recinto.

Aos pescadores e donos de embarcações foi permitido realizar o comercio do peixe a grosso fora do recinto, a beira mar, devido a função que têm de abastecer as peixeiras   a  nível de Luanda, tornando o produto mais barato em relação ao das vendedoras do interior do mercado.

Em declarações hoje à imprensa, lgumas peixeiras consideram existir favoritismo por parte da administração do mercado para com os  pescadores que acolhem maior parte dos clientes, tanto os que procuram o produto a grosso  como os  que desejam a retalho.

Maria Teresa, que comercializa peixe fresco, solidariza-se com a posição das companheiras e afirma que essa posição só mudará quando todos os vendedores de peixe forem tratados da mesma maneira. “ Com a venda do peixe mais barato fora do mercado os clientes  jamais procurarão os nossos serviços no interior do mercado”, disse Catarina Soares  muto desapontada.

Os armadores afirmam que deve sim existir diferença no tratamento em relação as peixeiras, já que exercem actividades diferentes. José Manuel  pescador, trabalhador de uma das embarcações de captura de pescado, explica que a permanência dos colegas foi resultado de uma reunião entre as autoridades distritais, Ministério das Pescas e os donos das embarcações, onde se concluiu que devido a natureza do trabalho realizado pelos pescadores, estes devem  permanecer fora do recinto.

O mercado, concebido para a venda exclusiva de pescado, alberga desde o dia 26 de Fevereiro, vendedores de produtos alimentares industrializados, agrícolas, roupas e calçados usados, dentre outras mercadorias. Já  em Novembro de 2017 as quitandeiras abandonaram o mercado horas depois de ter sido inaugurado, pela ministra das Pescas e do Mar, Victória de Barros, por alegada falta de capacidade para albergar as mais de mil comerciantes que vendiam várias produtos.

Outro motivo que levou à suspensão repentina do negócio foi o estreitamento da zona de atracagem e descarga para atender uma dezena de chatas pesqueiras que diariamente atracavam naquele ponto, um dos mais procurados para compra de peixe em Luanda.

O mercado em causa existe há quase 30 anos e passou por duas fases de ampliação e melhoramento, no âmbito do programa municipal de combate à fome e à pobreza.  A primeira iniciou-se em 2013 e abarcou a inclusão de duas cozinhas comunitárias e uma nave, com capacidade de albergar 237 “quitandeiras” (vendedeiras).

Por falta de capacidade, as autoridades locais, em parceria com o Ministério das Pescas e do Mar, deram início à ampliação da segunda nave, levando ao aumento do número de bancadas em betão para 410, que culminou com a inauguração no Dia das Pescas.


Fonte: Angop/MP

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