Economia

País vai produzir sete milhões de toneladas de clinquer e mais cimento

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FÁBRICA DE PRODUÇÃO DE CLINQUER INAUGURADA EM CACUADO

Foto: Gaspar dos Santos (Angop)

FÁBRICA DE PRODUÇÃO DE CLINQUER INAUGURADA EM CACUADO

Foto: Gaspar dos Santos (Angop)

Uma nova fábrica de produção de clinquer, com capacidade anual de dois milhões de toneladas, afecta à companhia de cimento Nova Cimangola, foi inaugurada há instantes, no município de Cacuaco, Luanda, pelo ministro da Defesa, João Lourenço.

Com o investimento nesta nova linha, o país passa a ser auto suficiente em termos de produção de clinquer e permitirá à Nova Cimangola produzir anualmente 2,4 milhões de toneladas de cimento.

A produção de clínquer, principal matéria prima para produção de cimento, no país vai atingir cerca de sete milhões de toneladas/ano, com a entrada em funcionamento hoje, no município de Cacuaco, em Luanda, de uma nova fábrica de produção, declarou a ministra Indústria, Bernarda Martins.

Em  declarações  à  imprensa,  no final da inauguração da fábrica, a governnte sublinhou  que,  neste momento,  com a  capacidade  instalada que  já existe  no país,  nomeadamente  na empresa  FCKS  no Cuanza  Sul,  na CIF e  na Nova Cimangola,  Angola tem agora uma  capacidade  de produção  de clinquer na ordem de  sete milhões de toneladas/ano.
Referiu  que  o  Angola  tem imensas jazidas de calcário, minério de ferro,  gesso e argila,  componentes   necessários  para produção de clinquer  com a adição de  determinados aditivos.

“Esta  produção  vai permitir com que o pais  deixe de  importar  totalmente clinquer”, pontualizou .

Referiu  que o sector dos materiais de construção  tem dado passos no sentido de melhorar a oferta dos seus serviços, principalmente,  no domínio na produção de  cimento.

Segundo  sublinhou,  a indústria  do  cimento tem crescido muito e,  neste momento,  com  o aumento da produção de clinquer a produção de cimento passa de cinco milhões  para oito milhões/ano,  permitindo assim abastecer o mercado.

“Mesmo  antes  desta inauguração  o país  já era auto-suficiente  em termos de produção de cimento,  pois as nossas necessidades  rondam as  seis milhões de toneladas/ano e neste momento estamos em  oito milhões “, pontualizou  Bernarda Martins.

Com  isso,  disse,  os passos  para  o fomento  das  exportações do cimento estão dados.

O que se  pretende,  segundo  referiu, é aproveitar as valências do país, devido ao facto de estar  inserido  numa região que permite vender os  produtos locais aos  países vizinhos.

Apontou como exemplo  o corredor do Lobito, através do caminho-de-ferro  de Benguela, que permitirá fornecer rapidamente e com grande facilidade cimento à RDC e à  Zâmbia.

A nova fábrica com uma área de 687 hectares, incluindo a zona de extracção das matérias-primas, equipada com tecnologia de última geração, garante uma eficiência  energética e o controlo das emissões de gases para o ambiente, assegurando assim o cumprimento dos padrões internacionalmente estabelecidos de protecção do ambiente.

No final da visita, o ministro da Defesa, João Lourenço, disse que sem cimento não há reconstrução. "A reconstrução nacional pressupõe haver cimento em abundância. Passou o tempo em que o pais vivia da importação de cimento”, sublinhou.

A nova fábrica criou 220 novos postos de trabalho, dos quais 85 porcento de nacionalidade  angolana.

TPA com Angop / AF

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