Economia

Israelitas podem investir na produção de fertilizantes

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A produção de fertilizantes pode ser uma das prioridades do investimento de empresários israelitas no país, de modo a contribuir na diversificação da economia e combate à pobreza, afirmou nesta terça-feira, em Luanda, o director Nacional das Florestas do Ministério da Agricultura, Domingos Nazaré Veloso.

Ao falar sobre “Oportunidades de negócio de investimento em Angola no sector agrícola”, no Iº Fórum Empresarial Angola - Israel, sob o lema “Juntos para o Desenvolvimento”, sublinhou que o baixo nível de mecanização, falta de fertilizantes e adubos tem sido um dos principais factores que limita o desenvolvimento da agricultura no país.

Segundo o director Nacional das Florestas, as metas para satisfazer as necessidades de abastecimento do país passam por 200 a 300 mil toneladas de fertilizantes/ano, contra os abastecimentos actuais de 70 a cem mil toneladas.

O responsável disse que o país tem agora mais disponibilidade de adubos e regista-se uma redução de preços, porque o saco de 50 kg que já custava a 30 mil kwanzas, hoje custa 5 mil kwanzas.

Citou existir uma prioridade que passa pela montagem de fábrica de tractor, de alfaia agrícolas, áreas de processamento de frutas, alimentos, conservação de alimentos, florestas, processamento e exploração de madeiras.

Frisou que o país é eminentemente agrícola, sendo um sector prioritário do Executivo tendo em conta as potencialidades naturais que Angola tem e que favorecem o desenvolvimento da agricultura.

De acordo com o responsável, neste momento, mais de 60 porcento dos produtos alimentares consumidos em Angola são de produção nacional, fruto das políticas traçadas pelo Executivo para diversificação da economia e combate à pobreza.

“Neste momento estamos mais focados na produção, mas temos uma cadeia vasta antes da produção e a depois da produção que vai até a comercialização por ser uma preocupação muito grande. Temos problemas de escoamento, armazenamento da produção, comercialização, estamos a falar de um leque de oportunidades muito grandes”, disse.

Esclareceu que o problema não está na produção, “a preocupação mais evidente é o escoamento e a comercialização da produção, porque temos uma fatia de produção muito grande garantida pela produção familiar”.

Adiantou que quase 90 porcento da produção, nomeadamente cereal, milho, massango, massambala raízes e tubérculos, batata, mandioca, entre outros produtos consumidos no país são assegurados maioritariamente pelo sector familiar.

Realça que o sector empresarial não está alheio à agricultura, tendo centrado as atenções para produção de milho, soja, bata, hortícolas, frutas, mas também para produção pecuária e florestal.

TPA COM ANGOP/MP

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