Economia

Falta de água compromete produção no perímetro irrigado da Matala

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Pelo menos mil e 790 hectares de área cultivada com diversos produtos, por mais de cinquenta camponeses associados do perímetro irrigado da Matala, província da Huíla, não estão a produzir por falta de água no canal local de irrigação.

Os camponeses associados  afirmaram, que desde o mês de Agosto último se regista a baixa do caudal na albufeira da barragem hidroeléctrica da Matala e, em consequência, a falta de água no canal de irrigação, o que causou perda considerável da produção.

Adriano Lilemba, camponês, afirmou que a safra deste ano pode estar comprometida, no perímetro irrigado da Matala, porque a produção ficou estragada. “Com a baixa na albufeira, a hidroeléctrica reduziu a produção de perto de 30 para seis megawatts, originando a falta de energia eléctrica para alimentar os sistemas de rega por aspersão e de água no canal para a irrigação por inundação”, explicou.

Por sua vez, o camponês João Francisco considerou avultadas as perdas por falta de água, pelo que solicita às autoridades a corrigir o problema para que nos próximos anos se relance a produção no perímetro irrigado da Matala.

presidente da empresa gestora do perímetro irrigado, Cipriano Ndulumba, confirmou, à Angop, a perda e garantiu que a situação será superada, pois “são bons os níveis de pluviosidade que o município regista e que está a repôr o caudal de água na albufeira da central hidroeléctrica”.

Mas os camponeses dizem que só a reposição do caudal não resolverá a situação, se não for feita a reabilitação do canal de irrigação, construído nos anos 50 e reabilitado em 2002, que apresenta sinais de desgaste, como rupturas que impedem o seu normal funcionamento.

Este canal, com uma extensão de 42 quilómetros, sustenta um perímetro com 11 mil hectares, sete mil dos quais irrigados por sistema de gota à gota e aspersão e outros quatro por inundação. Anualmente, o município da Matala produz mais de 160 mil toneladas de bens diversos, com destaque para a bata-rena, milho e hortícolas, nos sistemas de sequeiro (chuvas) e de regadio.

Fonte: Angop/MP

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