Economia

Expansão da rede de cabotagem na agenda do IMPA para 2019

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Embarcação do tipo "fast ferry boat 4812" para cabotagem em Angola

Foto: Cedida à Angop

Embarcação do tipo "fast ferry boat 4812" para cabotagem em Angola

Foto: Cedida à Angop

O Instituto Marítimo e Portuário de Angola (IMPA) pretende, em 2019, trabalhar para a expansão do serviço de transporte marítimo de passageiros e carga através da rede de Catamarãs, a nível de toda a região do litoral do país.

O anúncio foi feito domingo, na cidade do Soyo, província do Zaire, pelo director do IMPA, Nazareth Neto, em declarações à imprensa, no final de uma visita de trabalho de 48 horas que efectuou à localidade.

O responsável disse, entretanto, que projecto de tal magnitude requer avultados valores financeiros, sobretudo, na manutenção dos equipamentos, pelo que espera contar com o suporte do Executivo para a sua materialização.

Revelou que decorrem trabalhos da avaliação do quadro actual do sector, com o envolvimento de operadores privados, para se evitar que estes serviços fiquem limitados apenas para a província de Luanda.

Nesta primeira fase, prosseguiu, trabalha-se na extensão da rede de cabotagem para a região norte (Luanda, Zaire e Cabinda), para atender a demanda que se regista neste domínio e tendo também em conta a descontinuidade territorial da província de Cabinda.

Reconheceu haver uma  maior abertura por parte do Ministério dos Transportes para que as instituições privadas expandam estes serviços para outras localidades do país, reconhecendo erros na implementação do serviço de Catamarãs a nível da província de Luanda, sem precisar quais.

“Por isso, vamos convidar a iniciativa privada para que os serviços de transporte de passageiros não parem só por Luanda, mas que se estendam para outros pontos do país”, enfatizou.

O Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Luanda, para a operação de Catamarãs (embarcações modernas a motor) para o transporte de passageiros a partir do ponto de embarque do Kapossoca (distrito da Samba) e de outros existentes na zona sul de Luanda, entrou em funcionamento há quatro anos.

Fonte: Angop / EB

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