Cultura

Durão Barroso impressionado com Museu Nacional de Antropologia

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O antigo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, manifestou-se, nesta quinta-feira, impressionado com a riqueza e diversidade do acervo do Museu Nacional de Antropologia, em Luanda

Durante a visita, Durão Barro passou pelo depósito do museu onde recebeu explicações sobre a arte sacra (arte Mbala), Os mintadi e os diferentes instrumentos de diversas áreas etnolinguísticas.

No final agradeceu a forma calorosa como foi recebido na instituição e encorajou a prosseguir com o processo em curso de renovação da exposição e da infra-estrutra.

O Museu de Antropologia é uma instituição pública de carácter científico e cultural que preserva as colecções como património sobre sua guarda, divulga, investiga-os remetendo para a educação dos angolanos.

A instituição tem um acervo calculado com mais de 6 mil peças etnográficas e com condições propícias para conservar todo o acervo sob guarda.

As peças são o resultado da reestruturação do Museu do Dundo e o antigo Museu de Angola, que actualmente pertencem ao Museu de Antropologia a partir do Decreto 80/76.

Setenta e cinco por cento do acervo do Museu de Antropologia é proveniente da parte leste de Angola, da área etnolinguístico Kokwe, fruto do enorme trabalho de uma companhia diamantífera que operava no local e de campanhas de recolha na província do Cuando  Cubango entre os povos Ngangela, na parte norte de Angola.

Peças como os mintadis, as marcaras e estatuetas de culto têm merecido estudo de ponto de vista de funcionalidade, por parte de estrangeiros.

As peças têm um carácter funcional, museológico, revelando e interpretando o quotidiano das comunidades, permitindo com que as pessoas se identificam com as mesmas, dando-as suporte aos planos curriculares e projectos no domínio da educação.

Criado por força do Decreto 80/76, do então Conselho de Revolução, o Museu Nacional de Antro­pologia é a primeira instituição do género do período pós colonial. 

O principal objectivo do Museu é ajudar o povo a conquistar a sua personalidade cultural, revalorizá-la e retransmiti-la às gerações vindouras.

Fonte: ANGOP/BA

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