Cultura

Cancioneiro angolano marca entrega do Prémio de Cultura

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Com as exibições do Balet Tradicional Kilandukilo e Ndaka yo Wini, que abriram a noite de gala, Kizua Gourgel teve a honra de brindar os presentes com temas dos Ngola Ritmos e Carlitos Vieira Dias, enquanto a Mr Quim coube a terefa de cantar Elias Dia Kimuezo, Bonga e Carlos Burity.


Entre o novo e o antigo, os presentes ouviram ainda Toty Semedi cantar Rui Mingas e Carlos Lamartine, Branca Celeste a interpretar Mito Gaspar e Gabriel Tchiema, Teddy com a honra de recordar Zé Keno, tornando-se nas principais actrações da noite.


Entre os galardoados, chamados ao palco para receberem os merecidos troféus, está Teta Lando (a título póstumo), o escritor Eduardo Agualusa, o pintor Don Sebas Cassule, a Associação Globo Dikulu, o pesquisador Toni Mulato, o realizador Dorivaldo Cortez e a historiadora Constança Ceita.
O significado do prémio


Criadores e familiares convergiram na ideia de se tratar de um troféu que jamais será esquecido, por ser outorgado pelo Estado Angolano, razão pela qual merecerá um lugar especial na galeria dos troféus.
É o caso da historiadora Constância Ceitas, galardoado com o prémio na categoria de Investigação em Ciências Humanas e Sociais, que diz que constitui um marco para a sua carreira.


A sua obra é fruto de uma pesquisa que teve como tese de doutoramento da Universidade Nova de Lisboa e defendida em 2015, na qual retrata a de vida de Silva Porto na África Central e Austral.


Para Felismina Sebastião, directora do Festeca (Festival de Teatro do Cazenga), o prémio é um incentivo por todo trabalho feito a nível da arte de representar, não só com adultos como também com crianças.


O Prémio Nacional de Cultura e Artes, atribuído anualmente, foi instituído em 2000 pelo Governo angolano e é um incentivo à criatividade e produção cultural, tendo em atenção a diversidade linguística e cultural da Nação angolana.

TPA com Angop/EG

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