Cultura

Bienal de Luanda ganha novos parceiros

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Coordenadora da Bienal de Luanda, Alexandra Aparício

Foto: Henri Celso (Angop)

Coordenadora da Bienal de Luanda, Alexandra Aparício

Foto: Henri Celso (Angop)

As empresas Niodior Internacional, LDA e Brightnessikinu - Comercio e Prestação de Serviços, LDA, tornaram-se, nesta sexta-feira, parceiros oficiais da Bienal de Luanda - Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, a acontecer entre 18 a 22 deste mês, em Luanda.

As duas instituições assinaram um acordo de compromisso com o Ministério da Cultura, assumindo o compromisso de apoiar e divulgar todas as acções do evento, bem como as demais actividades culturais a serem promovidas nesse âmbito.

Os parceiros são ainda obrigados a desenvolver projectos e iniciativas para a paz e o desenvolvimento sustentável, fortalecer a estratégia sustentável da organização, investindo em programas emblemáticos com alto impacto nacional e regional, entre outras acções.

À margem da assinatura do acordo, a coordenadora da Bienal de Luanda, Alexandra Aparício, frisou que se trata de uma iniciativa louvável que contribui para o engrandecimento da cultura angolana.

Alexandra Aparício diz ser um momento das empresas associaram-se ao evento, como forma de contribuirem para a promoção, preservação e valorização da cultura e da paz no continente africano.

A bienal visa, entre outros aspectos, a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e a afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

Com o evento tripartido (Angola, União Africana e UNESCO), o país quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

A realização em Angola dessa actividade prova a vontade política do governo em estabelecer uma cooperação cada vez mais estreita com a Unesco com vista a promoção de uma verdadeira cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo de Angola no fortalecimento da Paz e da reconciliação nacional.

A Aliança de Parceiros para uma Cultura de Paz em África faz parte da implementação da Agenda 2030, através da realização dos seus 17 objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Entre os convidados estão representantes de 16 países africanos e das comunidades na diáspora, provenientes do Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, República Democrática do Congo, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália.

Além de manifestações artísticas e culturais dos seus respectivos países, a Bienal reunirá na capital angolana representantes governamentais, membros da sociedade civil, do sector privado, da comunidade artística e científica, instituições e organizações internacionais.

Fonte: Angop/AF

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