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Selecção feminina de andebol já no país com o 13º ouro africano

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SELECÇÃO ANGOLANA DE ANDEBOL SÉNIOR FEMININO

SELECÇÃO ANGOLANA DE ANDEBOL SÉNIOR FEMININO

A selecção nacional sénior feminina de andebol regressou ao país, no princípio da noite de hoje, proveniente do Congo Brazzaville, onde conquistou, quarta-feira (dia 14), a sua 13.ª taça continental, fruto da vitória sobre o Senegal (19 -14) na final da 23ª edição do campeonato africano.

À chegada, as “Pérolas Africanas” foram recebidas, no Protocolo do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, por distintas personalidades, com destaque para o secretário de Estado para Desportos, Carlos Almeida, e o Governador de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho.

De igual modo, o antigo presidente da Federação Angolana de Andebol e actual ministro das Finanças, Archer Mangueira, o vice-presidente do Comité Olímpico Angolano (COA), Mário Rosa, entre outras individualidades dos diversos sectores da sociedade angolana.

Já na parte exterior do protocolo, as tridecacampeãs africanas foram acarinhadas por uma elevada moldura humana que se juntou à festa com cânticos, bandeiras da República de Angola, instrumentos musicais e vários outros artefactos produtores de sons ensurdecedores.    

No Congo Brazzaville, além do campeonato africano, Angola conquistou o título de MVP (Most Valiose Player – Melhor Jogadora), através da pivot do 1º de Agosto Albertina Cassoma, que também integrou o “Sete Ideal” da prova, juntamente com as compatriotas Isabel Guialo e Azenaide Carlos.

Para atingirem à final da 23.ª edição do Campeonato Africano de Andebol sénior feminino, as comandadas do dinamarquês Morten Soubak, começaram por vergar (ainda na fase de grupo, no caso o B) a Guiné Conacri (50-14), o Marrocos (40-17), a RDC (33-24) e as anfitriãs, por 32-19.

No jogo dos quartos-de-final cilindraram a Argélia por 41-17 e na meia-final os Camarões (25-16), sob o olhar atento do vice-presidente da Federação Angolana de Andebol (FAAND), Horácio de Jesus Rasgado, na qualidade de chefe da delegação, e do coordenador Buanga Jean Marie.

Foram responsáveis por esta proeza, as experientes Teresa Patrícia, Cristina Branco, Albertina Kassoma, Liliana Venâncio, Isabel Guialo, Vilma Nenganga, Elizabeth Cailo, Janete dos Santos, Wuta Dombaxi, Azenaide Carlos e Magda Cazanga.

Participaram igualmente da missão, as estreantes Helena Sousa, de 24 anos de idade, Claudeth José (21), Joana Costa (22), Suzeth Cazanga (25) e Helena Paulo (20), que antes da “Operação Congo”, cumpriram um estágio pré-competitivo de duas semanas em Rosterdam (Hollanda).

Entretanto, esta 13.ª taça continental sucede-se às conquistadas dos campeonatos da Argélia-1989, Cotê d'Ivoire-1992, Tunísia-1994, África do Sul-1998, Argélia-2000, Marrocos-2002, Egipto-2004, Tunísia-2006, Angola-2008, Egipto-2010, Marrocos-2012 e Angola-2016, daí o estatuto de papão da modalidade em África.  

TPA com Angop/AF

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