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México deve ficar na Fórmula 1 em 2020, e Alemanha deve perder vaga

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A chefe de governo da Cidade do México, Claudia Sheinbaum, informou, nesta manhã, que a permanência do GP do México na Fórmula 1 está encaminhada para além do contrato que expira neste ano. “Eu quero dar uma boa notícia. A F1 fica no México. Amanhã vem o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para assinar o contrato. Essa é uma boa notícia para a cidade ”, disse Sheinbaum em um vídeo.

O atual vínculo do GP do México se encerra no fim de 2019 e sua continuidade ficou em dúvida depois que o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, indicou que não haveria recursos públicos para apoiar a corrida.

Nesse aspecto, Sheinbaum afirmou que desta vez os recursos não serão públicos. "Graças a um grupo de empresários que tornou isso possível", segundo a chefe de governo da Cidade do México, capital do país.

Fontes consultadas pelo Motorsport.com indicam que o acordo será por três anos. A reportagem também apurou que a renovação deve ser anunciada às 11h desta quinta-feira, no gabinete da prefeita, na Cidade do México.

PERMANÊNCIA DO MÉXICO IMPACTA A ALEMANHA

Com a renovação do GP do México por mais três anos e a provável manutenção do GP da Espanha por pelo menos mais um ano, a Fórmula 1 deverá perder uma de suas melhores provas de 2019: o GP da Alemanha.

A organização da categoria pretendia manter o número de 21 provas para 2020, mas os planos acabaram mudando e a tendência é que a próxima temporada tenha 22 corridas, uma quantia recorde.

Das 21 etapas de 2019, 18 estão garantidas para o ano que vem. A permanência de México e Espanha é altamente provável as entradas de Vietnã e Holanda já estão confirmadas, levando o número a 22. Nesse cenário, portanto, a Alemanha deve ficar de fora.

Fonte: F1/RM

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