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Mercedes teve “boas ideias” para melhorar carro recordista da F1

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Chefe da equipe, Toto Wolff, disse que ainda há “bons” avanços por vir de seu chassi e unidade motriz, apesar de já possuir vantagem substancial para seus rivais.

Com o domínio do carro recordista da fabricante alemã, que já soma cinco dobradinhas em cinco provas, poucos acreditam que exista alguma chance de qualquer time bater a Mercedes na disputa pelo título deste ano.

E com Lewis Hamilton e Valteri Bottas livres de desafiantes na Espanha, conversas sobre novos ganhos no W10 sugerem que as flechas de prata podem manter seu domínio por um bom tempo.

Questionado pelo Motorsport.com sobre quanto mais há por vir em termos de performance do carro e unidade motriz, o chefe da Mercedes, Toto Wolff respondeu: “Há mais desempenho por vir da unidade de potência, mas com o regulamento amadurecido, não serão avanços imensos como vimos no passado. Mas ainda assim, teremos algum ganho, fruto do trabalho que está sendo feito no motor número dois.”

"Em termos de liberar mais performance do chassi, eu penso que temos algumas boas ideias. Essa foi apenas a quinta corrida com os novos regulamentos e há mais potencial para explorar."

“Este também é o motivo de decidirmos seguir na direção em que estamos indo. Nós sentimos que com o conceito que desenvolvemos nas asas dianteiras, teremos mais potencial de longo prazo, com o risco de enfrentarmos alguns problemas no curto prazo.

Com as dificuldades encontradas pela Ferrari em bater a Mercedes até o momento e com a queda de expectativas na Espanha, o time italiano admitiu que o conceito do próprio carro pode estar errado.

Por algum tempo sua solução de pouco arrasto nas asas dianteiras funcionou bem, mas a falta de opções para melhorar o desempenho do downforce na peça, pode estar fazendo a equipe ficar para trás.

Se isso provar ser o caso e a Ferrari precisar trocar seu conceito por um similar ao da Mercedes, então o time poderá levar meses para revisar as coisas e voltar a ser competitiva. Até lá, o título mundial poderá estar perdido.

Por enquanto, porém, o time alemão não está se deixando levar por seu sucesso – já que ainda acredita que seus rivais mais próximos têm tudo que precisam para ameaçá-los.

“Ambos os times têm os recursos e as ferramentas que poderiam facilmente fazê-los voltar ao jogo,” disse Wolff. “Nós vimos um fim de semana em Barcelona que foi provavelmente um dos mais fortes que já tivemos em sete anos. Mas nós ainda estamos oscilando nas manchetes.” “Se a Ferrari tiver um fim de semana mais forte do que nós em Mônaco, todos vão dizer que eles pararam a Mercedes, ao menos que este é o fim de nosso domínio neste ano.”

Fonte: Motorsport/RM

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