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Jornal cita caso “dramático” de Lauda antes de transplante

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Segundo publicação Oe24, tricampeão ficou em estado de emergência ao chegar ao hospital, no fim de julho, mas já se recupera bem e respira sem ajuda de aparelhos

Tricampeão mundial de F1, Niki Lauda se recupera de maneira satisfatória e já respira sem a ajuda de aparelhos após o transplante de pulmão realizado na última semana, em Viena, na Áustria. No entanto, sua situação era bastante crítica antes do procedimento e exigiu medidas de emergência por parte dos médicos.

A informação é do jornal austríaco Oe24. A publicação relata um depoimento do médico Walter Klepetko, um dos responsáveis por realizar a cirurgia, que cita que Lauda “será o mesmo de antigamente”, podendo “viajar de avião, trabalhar e se exercitar” normalmente após cerca de seis semanas de recuperação – quatro delas de internação, mais duas de fisioterapia. 

Segundo a publicação, Lauda acordou da cirurgia e, apesar de ainda confuso, já consegue respirar com o novo pulmão sem o auxílio de aparelhos, o que indica que o transplante ocorreu conforme o esperado.

A novidade é um desdobramento animador do caso, já que o jornal relata uma série de episódios “dramáticos” que, inicialmente, deixaram o ex-piloto, atual diretor não-executivo da Mercedes na F1, em estado grave.

A publicação cita que Lauda ficou gripado durante férias em Ibiza, na Espanha, e sofreu com a tosse. Assim, ele foi ao hospital em Viena e imediatamente foi internado na unidade de terapia intensiva (UTI), sendo que poucas pessoas ao seu redor sabiam da gravidade da situação – seus parceiros de Mercedes, por exemplo, não estavam cientes de todos os desdobramentos em detalhes.

Dali em diante, o pulmão de Lauda veio a falhar e o coração recebia pouco oxigênio, o que deixou a situação crítica. Diante de tal situação, o jornal cita que Lauda tinha “três a sete dias” caso não encontrasse um pulmão para transplante, já que sua vida era mantida com um aparelho que oxigenava e bombeava o sangue para o corpo.

O órgão compatível foi encontrado em Hamburgo, na Alemanha, e enviado à Áustria para a cirurgia. O procedimento durou seis horas e tratou-se de algo de rotina, já que foi o 65º transplante de pulmão realizado pela equipe de Klepetko somente em 2018.

Fonte: f1/RM

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