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Alonso: decisão de deixar Ferrari e ir à McLaren parecia correta

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Espanhol diz que “10 de cada 10 pilotos” teriam feito a mesma coisa diante das dificuldades da Ferrari no início da era turbo híbrida

Fernando Alonso diz que não se arrepende de sua decisão de trocar a Ferrari pela McLaren na F1, já que considera que, àquela altura, parecia se tratar da mudança correta a se fazer.

O espanhol trocou de equipe em 2015, após cinco anos de frustração sem conseguir conquistar o título mundial em Maranello. A última temporada de vermelho foi a mais decepcionante, já que a Ferrari inicialmente não se adaptou bem ao regulamento V6 turbo híbrido e a equipe passou o ano sem vitórias.

Assim, Alonso assinou com a McLaren de 2015 em diante, já que a equipe inglesa iniciaria uma parceria exclusiva de fornecimento de motor com a Honda – fabricante com a qual obteve grande sucesso na vidada dos anos 80 para 90.

No entanto, a McLaren viveu momentos difíceis, sendo que Alonso não obteve um pódio sequer em sua nova passagem pela equipe; já a Ferrari se recuperou e se mostrou uma real candidata o título nas últimas duas temporadas.

“Depois que você termina o capítulo é fácil dizer, mas quando me juntei à Ferrari em 2010, acho que 10 de cada 10 pilotos teriam ido naquela direção”, disse Alonso.

“Tive azar em algumas corridas, mas sem uma bola de cristal é difícil tomar decisões.”

O espanhol explicou por que decidiu apostar no projeto da McLaren naquele momento. “Quando me juntei à McLaren-Honda, em 2015, ouvi durante todo o ano de 2014 que seria uma boa decisão, porque o motor turbo da Ferrari não era bom.”

“McLaren e Honda tiveram um ano de desenvolvimento livre, já que eles não correram em 2014, e foi uma grande decisão. Ouvi boas coisas e acho que 10 de cada 10 pilotos teriam ido naquela direção.”

Alonso se afastou da F1 para a temporada de 2019, de modo que se dedicará a competições de endurance e às 500 Milhas de Indianápolis.

Fonte: F1/RM

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