Futebol Nacional

Petro e d'Agosto reeditam finais da década 90

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As equipas de futebol do Petro de Luanda e 1º de Agosto defrontam-se, 19 anos depois, pela sexta vez na final da Taça de Angola, reeditando decisões da década de 1990, altura em que o seu domínio nesta competição era patente.

Durante dez edições (90 a 99), petrolíferos e militares estiveram envolvidos em sete finais, sendo cinco entre si (90, 91, 92, 97 e 98), com vantagem de três vitórias para a formação do “Eixo-viário”.  

Rubro-negros e tricolores “monopolizaram” a final da segunda maior competição do futebol nacional depois do “bis” do 1º de Maio de Benguela nas duas primeiras edições (1982 e 83), a que se seguiram as conquistas alternadas do Ferroviário da Huíla (1985 e 1989), Interclube (1986) e Sagrada Esperança da Lunda Norte (1988).

No intervalo de tempo que antecedeu a década 90, o d’Agosto ergueu o troféu em 1984, após vitória (2-0) sobre o Desportivo de Benguela, e o Petro fê-lo três anos mais tarde, ao derrotar o Ferroviário da Huíla, por 4-1.

O duelo entre ambos teve início brilhante para os “agostinos” com as conquistas da taça nos dois primeiros anos da década (1-0 e 2-1), mas o adversário inverteu a história ao ganhar em 1992, por 3-2, em 1997 (2-1) e 4-1, em 1998, demonstrando ainda superioridade no número de golos, com 10 marcados e sete sofridos.  

O período de jejum é menos penoso para o Petro, cuja última conquista ocorreu em 2013, ao passo que do lado contrário a taça foge desde o longínquo ano de 2009, mas na 36ª edição, sábado, as equipas mais tituladas têm, no Estádio 11 de Novembro, na capital do pais, a oportunidade de destronar o Recreativo do Libolo e enriquecer o quadro de conquistas, com o 1º de Agosto a perseguir o sexto troféu e o Petro o 11º.

Os clubes vêm de uma boa temporada, durante a qual impuseram certo domínio, ao ponto de arredarem cedo os demais participantes da luta pelo título, justificando serem os maiores emblemas da modalidade no país, a semelhança do que ocorrera no ano transacto.

Os militares pretendem, esta época, fazer a dobradinha, depois de vencerem o campeonato nacional, enquanto o oponente (2º classificado do Girabola2017) procura salvar a temporada, embora tenha já garantido acesso à Taça da Confederação Africana (CAF), factores mais do que suficientes para levar os amantes da modalidade a antever uma partida equilibrada no dia em que se assinala o 42º aniversário da Independência Nacional (11 de Novembro).

Ainda que perca, o Petro representará o país na Taça da Confederação Africana, em virtude de o 1º de Agosto ser campeão nacional e ter a Liga dos Clubes Campeões.
O 1º de Maio de Benguela, primeiro vencedor da Taça de Angola, detém a maior goleada da história em finais, (9-1) sobre o FC 11 de Novembro do Cuando Cubango.

Além dos 10 troféus do Petro e 5 do 1º de Agosto, conquistaram a Taça de Angola em futebol o 1º de Maio (3), Interclube (3), ASA (3), Ferroviário da Huíla (2), Sagrada Esperança (2), Atlético do Namibe (2), Progresso do Sambizanga, Santos FC, Benfica de Luanda, Bravos do Maquis e Recreativo do Libolo, todos com um.  

Fonte: Angop / EB

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