Futebol Nacional

Pérolas decidem apuramento às meias-finais com o Uganda

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A Selecção Nacional sénior feminina de andebol decide hoje, às 14h00, diante da similar do Uganda, a presença nas meias-finais dos 12º Jogos Africanos de Rabat, em partida dos quartos- de-final, a ser disputada no Complexo Desportivo “Mohamed V”.

Habituadas a jogar nos grandes palcos, as campeãs africanas são claramente favoritas à qualificação, por defrontarem um conjunto com objectivos modestos. Em quatro jogos da fase preliminar, as Pérolas às ordens de Morten Soubak terminaram invictas, com oito pontos.
Diferentes das ugandesas, com dois ganhos na secretaria. O desnível competitivo entre as adversárias faz antever um desafio quase de sentido único. O Uganda deve apostar na defesa para evitar uma derrota avolumada.
No outro desafio, eventualmente o mais equilibrado, Congo Democrático joga frente à Tunísia. Congolesas e tunisinas entram em igualdade de circunstância. A eficiência no ataque e a coesão na defesa podem definir a selecção apurada. Seis pontos do Congo e quatro do combinado magrebino foi o saldo da fase de grupos.
A Guiné Conacri defronta a Argélia na decisão dos “quartos”. Embora menos dotadas de argumentos técnicos e tácticos, as guineenses querem contrariar os propósitos das argelinas. A Argélia somou seis pontos, na primeira etapa da prova, ao passo que a Guiné totalizou quatro.
Marrocos tenta a qualificação para as “meias” diante dos Camarões. Além do apoio do público, a selecção anfitriã precisa de estar em dia sim, caso queira vergar a congénere camaronesa. As camaronesas chegam à fase eliminatória com oito pontos, mais seis em relação às marroquinas.
A última jornada produziu os seguintes resultados: Guiné Conacri-Nigéria (31-28), Argélia-Uganda (33-28), Angola-Congo Democrático (27-21) e Camarões-Tunísia (32-25).
Em masculinos, Angola discute o acesso às meias-finais diante da Zâmbia. Os Guerreiros de Filipe Cruz em princípio são favoritos à vitória. O “sete” nacional somou sete pontos, na fase preliminar, enquanto os zambianos só averbaram derrotas.
Apenas quatro selecções integraram o Grupo A, e Zâmbia foi a última colocada. No outro desafio, Egipto mede forças com a Nigéria. Os egípcios, detentores do título, têm bagagem competitiva que lhes permite triunfar.
Marrocos e Congo Democrático protagonizam o “duelo” menos desnivelado. A jogarem em casa, os marroquinos aspiram carimbar o passe para a etapa seguinte. Os congoleses precisam de abordar o desafio com a mestria que se impõe.
Ainda hoje, a Guiné Conacri joga com a Argélia. Ontem, foram registados os seguintes resultados: Zâmbia-Guiné Conacri (33-41), Congo Democrático-Nigéria (21-21), Angola-Argélia (26-26), e o Egipto-Marrocos (32-27).

Egipto lidera quadro de medalhas

À entrada do oitavo dia de competição, o Egipto lidera o quadro de medalhas dos 12º Jogos Africanos de Rabat, com 78, seguido da África do Sul, segunda classificada, com 50. Os faraós conquistaram 25 medalhas de ouro, 33 de prata e 20 de bronze.
Os sul-africanos acumularam 23 de ouro, 15 de prata e 12 de bronze, tendo desalojado os argelinos do posto. Marrocos encontra-se na terceira posição da tabela, com um total de 40, entre as quais 13 de ouro, 11 de prata e 16 de bronze.
Com 44 medalhas, a Argélia é quarta, pois soma 12 de ouro e prata, e 20 de bronze. A seguir está a Tunísia, com 32, nove de ouro, 11 de prata e 12 de bronze. A Costa do Marfim é sexta, com dez, à frente da Namíbia (4), Ilhas Seychelles (4), Gabão (5) e Níger (3).
As Ilhas Maurícias figuram no 11º posto com sete, seguida pela Nigéria (8), Camarões (4), Senegal (6), Etiópia (4), Gâmbia (1), Quénia (5), Eritreia (2), Botswana (3), Zimbabwe (3), Lesotho (1) e Angola na 22ª posição (3).

Fonte: JA/JS

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