Basquetebol

Multiuso com emoções e expectativas acrescidas hoje no Petro-D'Agosto

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Depois da vitória petrolífera sexta-feira, que relançou a final do Unitel-Basket, o jogo deste domingo no pavilhão Multiuso no Kilamba - já com placar electrónico - promete emoções, espectáculo e, sobretudo, grande expectativa, no quarto encontro dos playoff a melhor de sete.

Quem acompanhou os dois triunfos sucessivos do experiente e bem dotado conjunto do 1º de Agosto não previa que este viesse a ceder à juventude irreverente do Petro de Luanda. Mas a mudança do recinto de jogo trouxe à final a emoção que faz o basquetebol uma festa em Angola.

A passagem (regulamentar) do pavilhão "Victorino Cunha", com cerca de dois mil lugares, para o Multiuso de Luanda, na centralidade do Kilamba, com uma lotação de 12 mil, proprocionou melhor expressão à final do campeonato nacional da maior nação do basquetebol em África.

A imponente e moderna infra-estrutura, inaugurada em 2013 por ocasião do primeiro campeonato do mundo de hóquei em patins realizado em África, foi talismã para Leonel Paulo e pares, que realizaram uma exibição diferente das anteriores, reduzindo o super-plantel militar à vulgaridade.

Foi de facto a extensão da festa que se viu no "Victorino Cunha", mas com muito mais espaço e comodidade, de tal modo que famílias inteiras, com crianças e até bebés, foram vistas no recinto, que esteve com "boa casa" embora abaixo da metade,

Na sexta-feira, a emoção e a festa não foram maiores entre os prosélitos da bola-ao-cesto porque o placar electrónico do Multiuso não ajudou (avaria), remetendo o público a um cronómetro "microscópico" no topo das duas tabelas e um marcador manual de resultados quase invisível, que não prevê a "chapa-100". Quando o Petro atingiu a marca dos três algarismos, o operador voltou ao "00".

Para hoje, no entanto, já haverá placar electrónico disponível, pois já foi superada a "pequena avaria", segundo fonte da organização contactata sábado pela Angop.

Em relação ao desfecho desta partida, a expectativa é à volta da maneira como o técnico Paulo Macedo vai repor a "ordem natural das coisas", para que a decisão seja transferida para o seu reduto onde foi 100 por cento vitorioso.

Efectivamente, é por de mais evidente o superior potencial militar, ante uma formação jovem e "curta" do Petro de Luanda, que, entretanto, tem um "capitão" que carrega o grupo às costas, e já mereceu a elogiosa comparação com o "número 23" do Cleveland Cavaliers. Meias coincidências entre ambos são nome iniciado com "L" e camisola terminada em "3".

Mas até que ponto poderá "Lebron" Paulo e a sua "muleta" Gerson Lukeny repetir o episódio de sexta-feira, diante da maturidade de Armando, Quezada e Mingas, que durante longa e estenuante temporada só agora consentiram a terceira derrota?

Fonte: Angop/LD

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