Basquetebol

Cedrick reclama salários em atraso

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Em declarações, ontem, ao Jornal de Angola, o atleta de 33 anos, que está sem contrato, diz estar indignado pelo facto de a direcção do Clube Central das Forças Armadas não ter honrado com o vinculo jurídico-laboral que cessou no ano passado, com a caducidade do contrato de trabalho, depois da conquista do título de campeão.

Acompanhado do seu representante, Cedrick Isom explicou que o 1.º de Agosto cumpriu na totalidade com os pagamentos referentes à época 2014-2015, mas o mesmo não aconteceu com a última época, situação que o levou a recorrer a outras vias.

O jogador disse que recebeu os comprovativos que atestam uma suposta transferência para a sua conta, referente a cinco meses, mas por razões desconhecidas os mesmos valores não “caíram” na sua conta bancária, no seu país de origem.

Na altura, segundo  ainda o atleta, os responsáveis da agremiação alegaram que as transferências não podiam ser efectivadas pelo facto de o seu visto de trabalho estar caducado.

“Sempre que falei com alguém da direcção, recebia a promessa de que a situação ia ser resolvida na semana a seguir, e até hoje o impasse continua”, lamentou Cedrick Isom.

O jogador, que veio a Angola pela  mão do Petro de Luanda, revelou ter tido acesso aos comprovativos de pagamentos dos salários de outros jogadores estrangeiros do plantel às ordens do espanhol Ricard Casas, e questiona porque é ele  o único a viver este problema  


Contactado pelo Jornal de Angola, o vice-presidente para o basquetebol do 1º de Agosto, Moniz Silva, reconheceu que há salários por pagar, mas esclareceu que a situação é conjuntural.  Quanto às transferências, o dirigente explicou que o processo depende unicamente do Banco Nacional.

“Há valores em atraso, que estão a ser pagos paulatinamente. O agente do jogador pensa que, utilizando os órgãos de Comunicação Social, o banco vai agilizar o processo , e não é bem assim.

Estamos todos conscientes de que o actual momento não é dos melhores, mas não há muito que fazer, porque tudo está dependente da disponibilidade da entidade bancária”, explicou. 

No entanto, Egas Viegas, representante do jogador considera que pessoas ligadas à direcção têm impedido que o caso chegue ao conhecimento do presidente de direcção, Carlos Hendrick, tendo apresentado já recurso à Inspecção Geral do Trabalho.

“Há disponibilidade da nossa parte, para   conversar com o presidente do clube. Todas as cartas endereçadas a ele não chegam às suas mãos. Resta-nos apenas resolver a questão junto dos órgãos judiciais competentes.

Vamos dar tratamentos aos processos judiciais, e na segunda-feira vamos também remeter um oficio à FIBA Mundo”, concluiu.

Fonte: J.A/LV

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