Basquetebol

Angola mantém aspiração de jogar "mundial" da China

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Após terminar na liderança do grupo C, na primeira volta do Torneio Africano de Qualificação para o Campeonato do Mundo, a ser disputado na China em 2019, onde está inserida com as congéneres do Marrocos, Egipto e República Democrática do Congo, a Selecção Nacional sénior masculina de basquetebol tem as baterias viradas para a segunda “janela” da eliminatória, agendada para o próximo mês de Julho, na cidade egípcia do Cairo.

O grupo de jogadores, às ordens do norte-americano William Bryant Voigt, passou com distinção no primeiro teste da qualificação. Dez anos depois, o “cinco” nacional regressou ao convívio dos adeptos angolanos, no Pavilhão Multiusos do Ki­lamba, em Luanda, que nos dias do torneio registou grandes enchentes e na derradeira jornada mais de 11 mil espectadores lotaram o recinto. Estes foram, sem sobra de dúvida, a grande mola im­pulsionadora para que os campeões terminassem invictos. O facto de a primeira “janela” de qualificação ter coincidido com o período de competições internas, no caso particular de An­gola, com o arranque do Unitel-Basket, aliado ao Torneio Victorino Cunha e Taça Vladimiro Romero, permitiu aos jogadores aparecerem com rodagem física e atlética.
Como já era previsto, o combinado nacional teve de sofrer para manter a invencibilidade, inclusive diante de adversários teoricamente mais acessíveis.
Fora de portas, os angolanos terão uma tarefa ainda mais complicada, a julgar pela grande capacidade e objectivos dos demais adversários do Grupo C, como ficou patente na primeira janela. Mas, até Junho o seleccionador Nacional Will Voigts já terá tempo suficiente para formar um grupo mais forte e capaz de dar resposta aos objectivos do país.
Ao deixar de apurar para o “mundial” e Jogos Olímpicos, o Campeonato Africano das Nações, Afrobasket, perde algum teor competitivo. O apuramento era feito por via do campeonato continental, vulgo Afrobasket, que decorresse no período mais próximo da realização de um “mundial”, e os três primeiros classificados apuravam-se directamente.
Angola estreou-se num “mundial” em 1986, na Espanha, e até à presente data apenas falhou a edição de 1998, na Grécia, tendo representado com dignidade o continente africano nas provas da Argentina em 1990, Canadá em 1994, EUA (Indianápolis) em 2002, Japão em 2006, Turquia em 2010 e Espanha em 2014.
Qualificam-se os dois pri­meiros de cada grupo de seis selecções e o melhor terceiro classificado desta última fase do apuramento. Em simultâneo com Luanda, em Ya­oundé decorreu a eli­minató­ria do grupo A, constituído pelo anfitrião, Camarões, a campeã africana em título, Tunísia, a Guiné e Chade. Nigéria, Mali, Uganda e Ruanda constituem o grupo B e Moçambique, Senegal, Costa do Marfim e República Centro Africana integram o D.

Clubes com trajectórias distintas

A nível de clubes, a equipa sénior feminina do 1º de Agosto terminou invicta a 23.ª edição da Taça dos Clubes Campeões de África, que decorreu em Outubro, em Luanda. Na final, derrotou o Ferroviário de Maputo (65-51) e regressou ao degrau mais alto do pódio, dois anos depois, curiosamente no mesmo “palco”.
Depois do quarto lugar na edição anterior, em Maputo, onde deixou escapar o troféu conquistado em Luanda, fruto da derrota diante do First Bank da Nigéria por 54-62, a equipa fez uma trajectória irrepreensível. Com este título, as “militares” igualaram o Desportivo de Maputo em número de conquistas. 
O Grupo Desportivo Interclube, equipa mais titulada da competição, não foi além do quarto lugar, depois de seis anos consecutivos no pódio. A prestação de 2017 foi classificada como “fracasso”, segundo o vice-presidente para a modalidade, Miguel António “Camulogi”, quando tudo apontava para uma final entre equipas angolanas, à semelhança da prova de 2015, vencida pelas “militares”.
Em masculinos, as formações seniores masculinas do Sport Libolo e Benfica e Interclube foram incapazes de chegar à final e manter o registo obtido por Angola, a nível de clubes, 16 anos depois. O pior registo, aconteceu na 31.ª edição, disputada na cidade de Tunes, na região de Radès, na Tunísia.
O cruzamento entre ambas as equipas, nos quartos-de-final, com vitória do Libolo, orientado por Raul Duarte (71-65), sobre o Interclube de Alberto Babo, reduziu as expectativas de Angola. A equipa de Calulo foi incapaz de ultrapassar, nas meias-finais, os marroquinos do AS Salé, após derrota por 86-97, para depois falhar o terceiro lugar, fruto da derrota (74-77) diante do US Monastir da Tunísia. A equipa do Interclube, que regressou ao convívio dos grandes, não foi além do sexto lugar.

Fonte: Angop/LD

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